Após parto em calçada, mãe recebe alta e inclui ‘Vitória’ no nome da filha

0
235

Mãe depois de dar a luz na calçada ( matéria e foto G1 Rio de JaneIro)
Mãe depois de dar a luz na calçada ( matéria e foto G1 Rio de JaneIro)

Nota da redação do rota51.com: É claro que uma cena desta jamais deveria acontecer em um país que gasta bilhões em campos de futebol e deixa uma criança nascer na rua, e isto aconteceu no Rio de Janeiro, mas é bom lembrar que muita gente fica falando mal da saúde de Eunápolis, criticando o prefeito e o secretário de saúde, mas isto ainda não aconteceu em Eunápolis, tem muita coisa ruim, te3m; precisa melhorar, precisa; mas a coisa por aqui ainda está normal.

Cinegrafista amador registrou o parto, na porta de hospital; veja as imagens.
Secretaria vai apurar se houve negligência na unidade de saúde.

Do G1 Rio

Imagens de um cinegrafista amador mostra o momento em que uma mulher dá à luz uma menina em frente ao Hospital Barata Ribeiro, na Mangueira, neste sábado (20), como mostrou o RJTV (veja na reportagem acima). Sem conseguir atendimento, Leilane da Silva, 22 anos, contou com ajuda de policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Mangueira para fazer o parto, sobre uma calçada. Na tarde desta segunda (22), mãe e filha tiveram alta do Hospital Maternidade Fernando Magalhães, em São Cristóvão, para onde foram levadas após o nascimento. O bebê, que se chamaria Kémylle, ganhou um segundo nome, em homenagem à superação: Vitória.

 “Kémylle. Kémylle Vitória. Porque de tudo que passou e tá bem de saúde graças Deus”, disse a mãe, que tem Nascimento como segundo sobrenome. “[Estou] Feliz que está tudo bem.”

A mãe saiu de casa em trabalho de parto. Não deu tempo de chegar à maternidade. “Ela não aguentou nem pegar ônibus, táxi. Peguei ela no colo, a bolsa estourou e a neném saiu. Eu deitei ela no chão, policial veio dar assistência”, narrou o pai, Carlos da Silva.

Os soldados Lucas Costa e Marcondes de Souza, que ajudaram no parto, buscaram socorro no hospital municipal, referência em ortopedia e cirurgia plástica, mas nenhum profissional apareceu para ajudar. Um dos PMs tirou a camisa para cobrir o bebê. Kémylle nasceu com 2 dois quilos e cem gramas. O nascimento foi registrado por um cinegrafista amador. A blusa do policial vai ficar como recordação, para Leilane contar a história à filha.

Sindicância aberta
A Secretaria Municipal de Saúde informou que o caso será apurado com rigor. Uma sindicância vai ser aberta e funcionários do Barata Ribeiro que estavam trabalhando na manhã de sábado serão ouvidos. A assessoria disse que ainda é cedo para dar detalhes sobre a suposta omissão de socorro e qual o prazo para a conclusão da investigação interna.

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui