6 mortos e 7 feridos, o saldo da rebelião do presido de Eunápolis.

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fotos cedidas por colaboradores
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A rebelião desta 2ª feira no presídio de Eunápolis deixou oficialmente 6 mortos carbonizados e 7 feridos que foram levados para o HGE, mas não correm risco de vida.

Segundo o diretor do presídio, Major Gilson Paixão, pela manhã, quando os agentes de segurança do presídio iam fazer uma revista nas celas, os detentos bloquearam o trabalho não querendo que a revista fosse feita, isto pelo fato de haver uma desconfiança de que dentro das celas haviam o que o diretor chamou de “coisas ilegais” mas, que traduzindo em bom português, haviam muito mais coisas do que celulares, e os presos não quiseram retornar às celas para a revista, e para que isto não acontecesse, partiram para agredir os agentes, neste momento, a PM entrou em ação ferindo 1 preso, e a rebelião se instalou, quando 6 pessoas foram mortas, enroladas nos colchões e carbonizadas.

Tudo começou na ala “A” com aproximadamente 150 a 160 detentos quebrando toda ala A tentando invadir a ala B para pegar ou outros detentos, mas como a policia já estava a postos e os detentos da ala B não foram molestados, sendo esta questão uma divergência entre facções.

Segundo o diretor do presídio, os elementos identificados como sendo responsáveis por todo este tumulto, deverão ser transferidos, para outros presídios, sendo que o presidio de segurança máxima de serrinha deverá receber alguns destes presos. As transferências deverão obedecer a um  critério que está sendo estudado pela direção do presídio, pelos juízes Dr. Otaviano sobrinho e a Dra. Michele Quadros.

Com relação aos mortos, como ficou difícil a identificação dos mesmos, eles foram levados para o IML de Porto Seguro, porém a identificação dos mortos não deverá ser muito fácil, pois devido ao fato de terem sido praticamente incinerados, a identificação demorará um pouco para ser feita.

Por ouro lado, pelo fato de não haver nenhuma noticia para asa famílias com relação aos mortos e feridos, muitas esposas, mães e parentes dos presos iam colocar fogo em pneus na chegada do presídio, fato este que foi descoberto, tendo os policiais pegando todos os pneus e levando para o interior do presídio, mas mesmo assim galhos foram incendiados, mas sem nenhum problema.

Vídeos exclusivos feitos com o Major Gilson Paixão diretor do presídio, o CMT da 7ª CIPM e o major França CMT da CIPE-CAEMA serão editados e postados na sequencia desta matéria.

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