Detento do presídio foi tentar fugir e se lascou, quebrou o joelho direito.

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Flávio Rosa chegando ao HRE    (foto Pbarbosa)
Flávio Rosa chegando ao HRE (foto Pbarbosa)

Por crimes cometidos, Flávio Rosa de aproximadamente 38 anos, está  preso mas em regime semi aberto e portanto com uma certa liberdade, embora a sociedade condene, mas a justiça permite, então esta é a real situação.

]Mas nesta manhã Flávio e outro det6enbto ainda não identificado pela reportagem, isto por falta de comunicação, resolveram fugir e por pouco a tragédia não era major, o companheiro de Flávio conseguiu se mandar e agora tem várias viaturas no meio do mato tentando recuperar o preso fujão.

Mas Flávio, na queda, e como já não é mais nenhum menino pra pular cerca, ao tentar pular a cerca de mais ou menos uns 6m, acabou quebrando o joelho direito e, não saiu do lugar.

Uma ambulância do SAMU foi chamada e depois de fazer os primeiros socorros, Flávio foi levado para o HRE para receber os cuidados mais específicos e quando ficar bom, vai voltar pra o presídio outra vez e agora sem regalias.

No HRE outra ambulância do SAMU  fazendo atendimento normal de outras emergências, com a equipe formada pelo Dr. Sarquis, Reinaldo, Landualda e Marcos, porém o que ainda prejudica e muito, são os trotes feitos, é por isto que muitas vezes a ambulância atrasa, pios enquanto não se confirma a veracidade da chamada, a ambulância não sai da base.

E como os dois estavam no regime semi-aberto e, no hospital, Flávio disse que é o desespero, quando retornar, vai perder o direito já recebido e vai ter que ficar grampeado até surgir uma nova oportunidade, e se surgir.

Porém analisando bem, o seu desespero pode ser, que eles estejam com medo de novas represálias por parte dos presos e resolveram fugir, pois podem ter sido alvo de novas ameaças depois da ultima tragédia, pois segundo informações, existe uma ameaça de que  detentos de outras facções, que ainda tem mais 20 para serem mortos, e Flávio e seu companheiro, podem estar dentro desta lista de jurados de morte.

A segurança mais insegura que se conhece

No presido de Eunápolis tem uma empresa a Reviver, que tem seus agentes penitenciários, para tomar conta do presídio, são homens treinados pela própria empresa, civis sem nenhum conhecimento tático de segurança para este tipo de trabalho e o pior, “desarmados”. Os policiais que estão de serviço dentro do presídio são poucos  para tomarem conta de mais de 450 homens e num rebelião, até que cheguem mais policiais, “a vaca foi pro brejo e atolou até o pescoço, o barco já virou, e o balde de leite já entornou no chão” e como diz o ditado, “depois do leite derramado” não tem mais jeito, posse acontecer o espetáculo no palco da vida, como Eunápolis e o Brasil já presenciou, morreram 6 pessoas carbonizadas vivas.

Culpa de quem?

Culpa do Governo do Estado que relegou  a um dos últimos planos do seu governo que é a segurança do Estado. Eunápolis que já teve mais de 200 policiais, hoje se tiver a metade é muito e para guarnecer Itapebi, Itagimirim, Itabela, Guaratinga e Eunápolis, por isto não sobra nada para tomar conta da cidade que hoje já tem mais de 110 mil habitantes. Isto fora os guardas que ficam em número reduzido no presídio. Pelo menos para Eunápolis e Porto Seguro, a policia é pouca para tanto bandido, Porto Seguro está ganhando de Eunápolis em numero de mortes, e, além disto, por ser uma cidade turística, pode ficar prejudicada e prejudicar os empresários, pela falta de segurança que ostenta, embora Eunápolis também tenha registradas várias mortes,  causadas pelo tráfico de drogas, e for analisar a estatística verdadeira, Porto Seguro importou tudo de Eunápolis, a insegurança e as mortes. Por mais que o CMT da 7ª CIPM tente organizar a segurança da cidade, ele não homens disponíveis para satisfazer a sua estratégia de segurança, embora o Major Cleber esteja fazendo o máximo possível, por que o impossível ele já faz, ele usa o que tem, e como diz o velho ditado “ quem não tem pastor alemão, caça com um “pinscher” mesmo.

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