Noite de terror no hospital regional, alguns baleados, enfermeiras e seguranças agredidos.

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Tensão na porta do HRE, alguém queria invadir o HRE  /  fotos Pbarbosa
Tensão na porta do HRE, alguém queria invadir o HRE / fotos Pbarbosa

Tudo começou no bairro Alecrim I, na rua  Beija Flor 44,  quando um elemento de nome Anaildo,  mais conhecido como “Nino”, foi até a referida residência, cobrar uma dívida de R$ 500 reais de drogas do jovem  Jhonevam, sendo que no local recebeu R$ 250 reais em dinheiro e ainda levou uma bicicleta do irmão de Jhonny.

Na discussão, Nino sacou de uma arma e atirou em Jhonny, sendo que o tiro acertou o tórax do rapaz, nisto o irmão menor de Jhonny veio em seu socorro e recebeu um tiro na perna esquerda, momento em que Jhonny. Tomou a arma de Nino e atirou nele com a sua própria arma, os dois fora para o hospital regional.

2º ato

Estava havendo uma festa no bairro Minas Gerais, com mais ou menos umas 100 pessoas, quando chegou um Fiat Uno vermelho,  o passageiro no banco do carona, abriu o vidro mais ou menos 1 palmo e atirou 2 vezes, acertando primeiro Jose Carlos Rigaud e depois em Tauã, irmão de Teréu, Jose Carlos baleado na perna pediu socorro em uma residência e foi atendido, e depois levado para o HRE em carro particular, mas Tauã, foi em uma ambulância do SAMU.

Quando Jose Carlos estava sendo atendido, chegou o seu irmão Michel Bispo Rigaud, e começou a agredir duas enfermeiras e um segurança com um capacete, no momento d agressão, a enfermeira falou para Michel que ele não fizesse aquilo que ela estava cuidando do ferido sem, saber que o ferido era irmão do agressor, mas só que segundo informações passadas a policia Michel estava armado e tinha ido ao HRE tentar matar quem havia ferido o seu irmão e se ele conseguisse, teria feito uma tremenda besteira, pois os feridos do HRE não era nenhum dos passageiros do Uno vermelho que feiram seu irmão Jose e Tauã na festa do bairro Minas Gerais. Isto, a saber, que os irmãos Jose Carlos e Michel já tem passagens pelas delegacias de Porto Seguro e Cabrália.

3º ato

Na delegacia todo mundo contou a sua história, mais alguns jovens foram detidos, por que segundo informações um deles havia dado fim na arma, mas na realidade, Lucas um dos detidos, tinha ido realmente  ao HRE, mas na realidade no caixa eletrônico da CEF fazer uma retirada, conforme comprovante bancário em poder de sua mãe. O Lucas só entrou nessa, segundo informações por estar no lugar errado, na hora errada e no meio do bolo.

Ao todo foram 5 feridos, mas as armas sumiram, ficaram apenas os feridos a bala, Jhonny ficou no HRE junto com Tauã, seu irmão menor foi para a delegacia com o pai, e o pior de tudo é que enquanto os pais tomavam conta dos filhos baleados, amigos de Nino atearam fogo na casa da família de Jhonny, e queimou tudo, e os bandidos ainda ficaram rodando a casa amedrontando todo mundo.

4º ato

Sabendo que a casa tinha queimado, o pai de Jhonny meio nervoso pediu um celular emprestado e ligou o famoso 190 para pedir socorro, só que a ligação caiu no 190 da cidade Ibotirama e, de lá, eles não tinham como passar ligação para Porto Seguro e de lá, fazerem a comunicação com Eunápolis, mas foi recomendado que a ligação fosse feita de um orelhão, mas o dono da casa em chamas foi até o orelhão da delegacia e não conseguiu falar. Se bem orientado, e com um bom advogado, o Estado ou a Secretaria de segurança poderiam ser acionados, para ressarcirem o dono d casa dos prejuízos, pois o mesmo falou para a reportagem do rota51, que ele havia comprado recentemente uma motosserra para trabalhar e até a m´quina pereceu no fogo, isto pelo fato de terem tirado o 190 de Eunápolis e terem montado uma central em Porto Seguro, e agora todo mundo que precisar da PM tem que falar primeiro com Porto Seguro, só que desta vez a ligação caiu em Ibotirama, é o governo do estado fazendo gracinha, enquanto a casa do cidadão pega fogo e queima tudo, da camisa ao botijão de gás não sobrou nada.

Enquanto isto, o delegado de plantão Dr. Marivaldo Felipe tem um pepino pra descascar, baleados, acusados, nenhuma arma, e alguns suspeitos de terem escondido a arma e já era 01h 15m, ainda tinha gente na delegacia uns esperando o filho, outros imaginando para onde ir depois que a casa pegou fogo e, o delegado ouvindo todo mundo para ver o que ia sobrar pra ele jogar pro quartinho. E por fim a PM deteve e levou pra DP Sândalo Silva de Jesus 23, suspeito de ter dado as informações para que a bandidagem colocasse fogo na casa do bairro Alecrim.

 

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