Policia prende incendiários de Guaratinga. Eles falam em vingança.

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Jeremias, o incendiário de camisa branca, Marcelo de camisa verde, piloto de fuga.
Jeremias, o incendiário de camisa branca, Marcelo de camisa verde, piloto de fuga.

Moradores de Guaratinga já andam  assustados com a onda de incendiários na cidade, primeiro foi um ônibus apreendido pela justiça  eleitoral nas eleições 2012 que estava no pátio do fórum e que, até hoje os pirofágicos não foram descobertos e nem presos e, agora outro ônibus foi incendiado mas os motivos foram outros, fala-se em VINGANÇA.

Depois de ter trabalhado durante alguns anos na empresa Brasileiro,  Jeremias Silva Chaves 26, foi demitido, e não concordou com o valor recebido da rescisão de contrato de trabalho, passaram-se outros 2 anjos e de repente, Jeremias resolveu se vingar.

Chamou Marcelo Sousa Santana 29, Reinaldo Nunes da Cruz para darem uma forcinha na empreitada, segundo Jeremias, Reinaldo emprestou a camisa e a gasolina,  e Marcelo foi o motorista de fuga para os dois amigos. Chegaram perto do ônibus, Jeremias embebeu a camisa na gasolina pôs fogo e jogou dentro do ônibus e os 3 fugira, mas tudo isto aconteceu há 100 metros da casa do delegado e a 200 metros do batalhão de policia, e além disto, o fogo ainda pegou numa rede elétrica e deixou a rua 1 dia e meio sem energia.

O Delegado Dr. Sinézio Vieira Junior imediatamente começou as investigações e chegou a um barzinho onde tinha muita gente bebendo no referido dia, e soube de um carro com 3 elementos. As investigações levou o delegado a uma determinada pessoa que entregou logo o jogo, mas disse que nada tinha com a situação, apenas dirigiu o carro Corça.

O outro disse que emprestou a camisa que na delegacia quis desmentir e Jeremias não deixou e ainda disse que os 3 sabiam o que ia acontecer. Com isto, os 3 podem responder por crime premeditado,  já que a reunião para o crime aconteceu por volta das 21h30 e so foram por fogo no ônibus a 1 hora da madrugada. Por danos ao patrimônio público, atentado contra a vida de terceiros e mais algumas coisinhas, que poderá chegar de 3 a 4 anos de xilindró. O ônibus valia R$ 180 mil reais e ao que tudo indica não tinha seguro.

 

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