Mais dois presos quase se matam no presídio, é superlotação ou o quê?

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Um dos presos sendo levados para um atendimento mais específico  /  fotos Pbarbosa
Um dos presos sendo levados para um atendimento mais específico / fotos Pbarbosa

Na tarde desta 6ª feira, por volta das 14h45m,  a ambulância do SAMU escoltada por viaturas do Reviver e da Policia Militar, transportando 2 presos que se agrediram no presídio e tiveram de ser atendidos no HRE. Ambos chegaram com as cabeças enfaixadas, o que significa que as agressões foram mais sérias, pois quando não matam acabam se ferindo com mais gravidade.

A reportagem do rota51.com registrou o fato, mas tem poucas informações devido ao fato de que o HRE de Eunápolis ainda não dispõe de um serviço de informação à imprensa, que permita a sociedade saber o que realmente está acontecendo, quando a barriga dói, procuram a imprensa, quando precisam fazer reivindicações, procuram a imprensa, quando precisam mostrar serviço, procuram a imprensa, e quando a imprensa precisa um favor, este é negado, mas de qualquer forma o registro jornalístico foi feito e é uma forma da sociedade eunapolitana saber que, antes era a cadeia, construída na administração de Arnaldo Guerriere e que durante os últimos anos, passou por diversas rebeliões e agora o presídio, que foi construído para aproximadamente 500 detentos tem muito mais o que está causando a insatisfação dos presos, onde 4 detentos já morreram, onde recentemente no ultimo julgamento, o réu pediu ao Dr. Otaviano que providenciasse uma forma de realiza algumas transferências, por causa das ameaças de mortes existentes no presídio.

A cidade já está sem a segurança devida, não por descaso do comando local, mas por omissão do Governo do Estado que virou as costas para o povo de Eunápolis,  e por falta de segurança, embora o numero de mortes tenha caído bastante, mas ainda acontecem mortes esporádicos como a do menor do Parque da Renovação na noite de 18/09.

Por outro lado, o presídio, não tem uma guarda armada, quer seja militar ou particular, que sirva para rechaçar uma rebelião imediata, se acontecer uma rebelião um pouco maior que a ultima, os policiais militares armados, poderão não ser atingidos, mas os seguranças desarmados da empresa que toma conta do presídio,  estes serão as primeiras vítimas dos detentos, pois ao se rebelarem eles farão de tudo para ter o comando da situação.

Agora o eunapolitano sabendo que a falta de segurança toma conta da cidade, para sua própria segurança, mude completamente o seu voto, pois é a única segurança de que com novo governo a cidade voltará a ter um numero suficiente de policiais militares e civis, para dar conta dos desmandos até agora observados.

 

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