Observadores políticos falam sobre a rejeição de contas, e o que acontecerá daqui pra frente.

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Logo após o término da sessão desta 5ª feira 20/09, com a rejeição das contas de Neto Guerrieri, começaram as especulações em relação a Neto, a corrente do bem, da política, enfim, a pergunta era uma só: “E agora”?

Muitas foram as opiniões a respeito do fato, com uns dizendo que Robério Chamou a todos, conseguiu os votos da rejeição e liberou os demais, por isto foram 9 votos a favor das contas, a falar que Neto demonstrou força política nesta votação e, com 3 votos a mais, ele venceria Robério, já que Robério teve 6 contas rejeitadas e a CME aprovou todas elas, não se sabe como, mas aprovou.

E a Corrente do Bem? Como o projeto é para 2020, até lá tem muito prazo para acerto de contas, ajustes de pensamentos, acordos políticos, mas Neto ainda tem muito “pano pra manga”, e muita coisa pode mudar até lá.

Muitos defendem Robério, mas se esquecem de que, rei posto, rei morto, com a situação de Robério do jeito que está, sendo denunciado pelo MPF em duas operações, a Gênesis e a Fraternos, o castelo do “rei” poderá cair mais rápido do que se imagina, então vários acordos, poderão ser feitos. De acordo com o MPF é uma organização criminosa.

Neto, poderá ficar inelegível, mas poderá sair às ruas de cabeça erguida sem ter o MPF e nem a Polícia Federal em seu encalço e, os acordos que possivelmente poderão ser feitos, com certeza dentro da Corrente do Bem, serão para o bem de Eunápolis e não para os bolsos de administrações fraudulentas que alimentam ao “rei” e seus seguidores, pois se Robério cair, como muitos esperam, será ele e a esposa Cláudia prefeita de Porto Seguro, e será uma amargura familiar, menos para os que comem, e se locupletam do dinheiro público, que são vão largar a presa, quando a grana diminuir, aí todos saberão que todos, foram, mas mãos de Robério meros fantoches e figuras altamente descartáveis, pois sem dinheiro, ele não poderá alimentar a fome financeira de muitos seguidores, não de Robério mas do dinheiro do povo, que ele distribui em nome do poder.

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