Votações significativas tomaram conta da CME nesta 5ª feira 06/12.

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Depois da chamada, leitura da ata da seção anterior que foi aprovada, foi lida matéria da votação, e depois o intervalo regimental.

 Na sequência, como foi expediente único, ninguém se inscreveu para falar e, foi direto par a votação das emendas dos números 1 ao 18, ao projeto do orçamento para 2019, que dosa 17 vereadores presentes, apenas 2 votaram contra que foram Jota Batista e Arthur Dapé.

Mas a votação mais esperada, foi a votação da verba suplementar, que o executivo fez o projeto em enviou para a votação, quando a prefeitura deveria repassar a empresa GWG, de transportes urbanos, o valor de R$ 1.600,000,00, sendo que ainda este ano de 2018, o repasse será de R$ 400,000,00 e o restante divididas em 10 parcelas a serem pagas no ano de 2019.

Para este projeto, em duas votações, o projeto foi aprovado, com poucas resistências, tendo os vereadores Jota Batista, Arthur Dapé e Jurandir Leite, pedido em seus discursos, que, os demais vereadores votassem contra o referido projeto, quando Jota Batista foi o mais incisivo nas denúncias, quando disse, que, este repasse é indevido e que a sociedade não pode pagar esta conta, pois esta é uma atitude de fraude e uma manobra inacreditável. Jota Batista chegou a dizer que o dono da empresa GWG, parece ser um “laranja”, pois iniciou dizendo que Adelson era motorista da Brasileiro, passou a ser sindicalista e depois dono da empresa, e que onde ele teria arranjado 5 milhões para adquirir a Eunapolitana, hoje GWG. Jota Batista em sua fala foi muito mais além, dizendo que estre repasse, atinge os 15% da saúde e 25% da educação, e disse que enquanto os funcionários da empresa andam de qualquer jeito. Adelson anda de SW4 e, que este é anti ético. 

Depois veio Arthur Dapé e falou a mesma coisa em cima do discurso de Jota Batista, dizendo que esta é uma concessão irregular, poios antes era Eunapolitana e agora é GWG e, que é preciso saber com qual CPF a empresa atua. As críticas chegaram ao ponto de dizer que este é um verdadeiro esquemão, e que o prefeito é conhecido pelas suas licitações fraudulentas, e que isto pode se comparar com crime de estelionato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, citando a operação Fraternos da Polícia Federal, quando o prefeito segundo o vereador, responde a mais de 80 processos.

O vereador Jurandir leite, depois dos debates, falou com exclusividade à reportagem do rota51.com sobre a situação e a votação desta 5ª feira. Veja entrevista de Jurandir Leite, na sessão desta 5ª feira:

 O vereador Daniel, disse que jamais votaria contra o projeto, falou muito e depois se colocou a favor do projeto, da mesma forma o vereador Jorge Maécio que fez uma exposição do problema com muita propriedade, própria de um porta voz do executivo. Por ouro lado, o discurso muito sensato também, foi o do vereador Ramos Filho, com uma proposta de  fazer as coisas de forma a ajudar a toda a população, de ser feito um projeto, onde o município se sinta ajudado e que a empresa também não sofra as irresponsabilidades de outros.

Em suma, a votação do projeto de repasse da verba para a empresa GWG, foi aprovada e o município vai ter que pagar, e a votação foi acompanhada por funcionários da empresa.

Veja discurso do vereador Ramos Filho:

 

Aguardem discurso do vereador Ramos Filho e entrevista com Jurandir leite.

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