Pais de menino morto em tiroteio, fazem passeata e pedem justiça.

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Bar onde aconteceu o tiroteio, na esquina da feira.

Os pais do menino Joelson França 8, morto em um tiroteio na feira do Bueiro, na esquina da av. D. Pedro II, no dia 06/01, domingo por volta das 14hs e 30m, fizeram na manhã desta 5ª feira, uma passeata que começou em frente ao bar onde aconteceram os tiros em que o menino Joelson recebeu uma bala perdida, passando pelas avs. D. Pedro II, Porto Seguro, Cons. Luiz Viana e terminaram o protesto em frente à delegacia de polícia.

pais do menino JOELSON

Já em frente à delegacia, a reportagem do rota51.com conversou com os pais do menino e, o que eles querem, é que a polícia dê algumas informações de como estão as investigações e, querem saber se a delegacia territorial, já tem em mãos os vídeos de algumas câmeras de segurança, que eles dizem ter no local.

De acordo com o informado, Iago que foi baleado ainda está no hospital sob segurança, outro rapaz que estava no local fugiu sem ser ferido e ninguém sabe onde ele está, embora a polícia esteja procurando, pois como sobrevivente, ele poderá dar maiores informações sobre o fato.

A reportagem do rota51.com, entrevistou o delegado coordenador da 23ª CORPIN, Dr. Moises Damasceno, e este, afirmou que as investigações estão em andamento, a equipe da delegacia territorial que investiga crimes de homicídio e tráfico de drogas, está trabalhando para descobrir o autor dos tiros, porém, de acordo coma entrevista, não foi só este crime ligado ao tráfico de drogas,  são 2 no Santa Lúcia, 1 no bairro Vivendas Costa Azul, além dos 3 detentos que foram espancados e esfaqueados dentro do presídio em um banho de sol, a morte de Joelson, foi um dano colate3ral, pois o alvo eram dois adultos e Joelson foi vítima de uma bala perdida.

Porém uma coisa é certa, se o menino morto fosse filho de pessoas da alta sociedade, o número de manifestantes seriam bem maior, mas como ele é filho de família simples, humilde e pertencente a uma sociedade menos abastada, foram apenas algumas pessoas que participaram desta manifestação, não é preconceito menosprezo em relação à família do menino morto, mas a sociedade não se incomoda com a vida alheia, e este é um dos motivos, pelo alto índice de criminalidade no país, é cada um olhando para o seu umbigo, sem se importarem com o vizinho do lado.

A polícia está trabalhando, está investigando, mas com o crime foi encomendado de Teixeira de Freitas, vem daí a dificuldade em identificar o atirador, mas o trabalho continua e as investigações estão cada vez mais intensas.

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