Prefeito manda fechar as portas da administração municipal e não recebe liderança da classe pedagógica.

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Jovita Lima, presid da APLB, do lado de fora da porta fechada.

Não se sabe até onde o prefeito Robério Oliveira irá ignorar os professores e, não receberá a presidente da APLB Sindicato, que representa a classe pedagógica em suas reivindicações.

Além do mais, como mostram as fotos e o vídeo abaixo, ele mandou fechar as portas da administração municipal, e até mesmo funcionários que foram levar correspondências, ficaram pagando mico, até serem atendidos.

Se a APLB está errada em suas reivindicações, que o prefeito reúna a sua assessoria jurídica, ou seja, os procuradores municipais, solicite a presença imprensa e procure uma maneira de dirimir os fatos, mostrando quem está certo e quem está errado, pois dialogar, discutir, mostrar dados fatos e leis, é um direito tanto da prefeitura quanto da APLB, mas ignorar o diálogo, mandar fechar portas é uma ditadura administrativa, que causa vários prejuízos, são escolas sem reformas, alunos sem aulas, e no final do ano, vão precisar repor a carga horária, e o prefeito está dando um tiro no pé, quando não fala com os professores, ele está fabricando indisposições, que já causaram danos à candidatura da filha e possivelmente a dele em 2020, isto se a justiça deixar.

Sendo investigado por duas operações da Polícia Federal, a Fraternos e a Gênesis, por desvios só em Eunápolis em aproximadamente 200 milhões e, mais 16 milhões em Porto Seguro junto com a esposa prefeita, Robério deveria se conduzir agora, de forma a não produzir desafetos, mas do jeito que vai, vai ser a reprise de um filme que ainda não foi esquecido. Uma das coisas que estão sendo reclamadas, é o prefeito Robério ter trazido de fora um secretário, sendo que em Eunápolis tem gente muito competente para o cargo.

O diálogo deve ser aberto e franco, Jovita cita uma lei constitucional, o secretário de governo fala de outra lei, é preciso sentar e conversar, para ver qual lei deve ser obedecida, uma lei menor não pode sobrepor a uma lei maior, mas sem diálogo, é impossível administrar uma cidade, com 120 mil habitantes, onde a saúde não vai bem e a vai de mal a pior, alguns dizem que a educação está deste jeito por causa da APLB, mas de quem é a culpa pela saúde estar assim, sem médicos, sem medicamentos, sem um atendimento que preste, então, observando por este prisma, a educação e a saúde, estão sendo vítimas de uma administração que não sabe se administra, ou se cuida das questões jurídicas de um processo que poderá determinar o afastamento do prefeito e seu consecutivo afastamento da vida política, devido a improbidades administrativas, enquanto isto, doentes em macas agonizam por um atendimento no HRE e os alunos ficam sem saber o que fazer, se vão à escola, ou se esperam o prefeito definir o que ele quer da vida, mas em todos os casos: “VIVA O PEDRÃO 2019”.

Vejam e ouçam o vídeo de Jovita Lima: https://youtu.be/bw4DdrwMJ8I

 

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