A boa e velha guarda “jornalística” está chegando ao fim, e não há substitutos, “Olá tudo bem”…

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Paulo Henrique /amorim, foto Google images.

Há muito o país vem perdendo os grandes nomes do jornalismo nacional, foram jornalistas que começaram suas carreiras como “focas”, nos vários jornais de suas cidades, e foram crescendo pessoalmente e profissionalmente, ouvindo, conversando, aprendendo a discutir pautas e assuntos, iam para as ruas, viam coisas, aprendiam e se tornaram ‘ícones” do jornalismo nacional, dentre os muitos conhecidos, mais recentemente perdemos Ricardo Boechat, e recentemente Paulo Henrique Amorim, sendo que uma dos maiores foi Nelson Rodrigues que além de jornalista foi escritor, dramaturgo e, cineasta, já no esporte dentre os grandes, destaca-se João Saldanha, que chegou a técnico da seleção brasileira, Sérgio Cabral, pai do ex governador do rio de janeiro,falar de nomes é muito difícil, porque a memória falha e, alguns outros nomes acabam sendo esquecidos. A título de esclarecimento quando começamos, as redações ainda eram chamadas de gráficas, existia uma peça chamada de “compunidor” e as colunas eram feitas, atrvés dos tipos que eram montado uma um, até formar as palavras, colunas e assim por diante, era tudo manual, depois vieram a “linotipia”, o “off set” até os dias de hoje.

No caso de Henrique  Amorim, falhou o centro de suas ideias, o coração; porque a cabeça pensa, mas o coração é quem recebe todas as cargas, as alegres, as tristes, as nervosas, até mesmo os sentimentos mais inconsoláveis de cada memória, nada contra os jornalistas científicos, ou seja, os que passaram por uma faculdade, mas os professores se esquecem de ensinar, o jornalismo pessoa, o jornalismo intelectual de quem tem precisa desenvolver uma personalidade própria, de comentar, expor ideias e opiniões, doa em, quem doer, e para quem tem esta forma de agir, é muito penoso, ter sua personalidade cortada em pedaços em detrimento do dinheiro dos poderosos e de quem está no poder.

Mas ainda existem alguns e, dentre eles, Alexandre Garcia, jornalista pensador, opinativo e que ainda está aí, fazendo o seu trabalho, mas o que o bom jornalismo não deve ter, é vinculação de nenhum porte, divulgar matérias, notícias, mostrar fatos é uma coisa, é da profissão, mas seus ideais, nunca podem ser tangidos, nunca podem ser cerceado, por que senão chefa um dia e, o coração não aguenta. E assim a não ser por vídeo, jamais ouviremos o velho bordão “Olá…tudo bem?”

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