OAB vai à escola, uma forma de levar conhecimentos jurídicos a todos os alunos.

0
635

A OAB lançou há algum tempo atrás o programa OAB vai à escola, era uma forma de ir às escolas e levar aos alunos conhecimentos jurídicos e informativos, sobre o procedimento humano, entre direito e deveres, e com isto várias escolas foram visitadas e, o tema levado a efeito.

Desta vez a escola escolhida foi o antigo colégio Modelo, hoje CETEPS, desta vez o tema foi “crimes virtuais”, sobre o que é certo e errado, onde a lei protege e a lei ao mesmo tempo pune quem pratica os diversos crimes virtuais, principalmente as “fakenews”, que tem causado transtornos seríssimos a muita gente. São matérias mentirosas, fotos comprometedoras, princi8palmente de menores e por ai vai, mas tudo isto tem uma punição e a lei a cada dia que passara está mais rigorosa. Para falar sobre este tema, foram escolhidos o Dr. Leonardo Vasconcelos e Dr Allan Brandão, que discorreram sobre o tema com muita propriedade, dando uma demonstração de onde começa a liberdade de publicações e, até onde a lei pune pelos excessos produzidos, por pessoas irresponsáveis, que criam e recriam fatos, imagens e se acham protegidos pela sombra da internet, porém a justiça, também tem buscado se competenciar, para desmascarar e descobrir os autores e puni-los dentro da lei, já que até bem pouco tempo, não existiam leis amplas para este tipo de crime.

Como a discussão era sobre a Fakenews, a aluna Aline, buscou uma maior interação no sentido de entender melhor, de como agir em caso de ser prejudicada por uma destas atitudes sem nenhuma reponsabilidade, no que foi imediatamente respondida pelo dr. Josimar .

Depois foi a Dra.  Karina Chris que falou sobre a Lei Maria da Penha, que protege a mulher contra qualquer tipo de violência, desde a violência física até a emocional e sexual. A lei foi criada como forma de punir os agressores e proteger a mulher, onde quer que ela esteja.

Através de slides, Dra. Karina, mostrou as perdas que a mulher sofre, podendo leva-la ao suicídio, pelas situações quer ela passa dentro de casa, sem poder fazer nenhuma denúncia, já que o agressor possa ser, seu próprio marido, as agressões são exatamente oriundas de quem deveria protege-las e, não é.

Dra. Karina, descreveu com detalhes, todos os tipos de agressões que uma mulher pode sofrer, e que muitas vezes, enfraquecida, sem nenhuma condição de reação, ela acaba aceitando até mesmo como forma de se defender e a sua família, no Brasil, todos os dias as estatísticas dão conta de uma centena de mulheres são agredidas e até mesmo mortas, e esta é uma estatística que se não acabar, pelo menos terá de diminuir em muito e, tudo isco com a ajuda da lei e das autoridades.

Este projeto da OAB, vem de encontro com o projeto cultural do CETEPS, tendo como organizadora a profª Rosângela Nascimento, quer há muitos anos, vem lutando na cidade por um espaço cultural, onde a arte e a cultura possam ser mostrados a todos, como uma forma de dizer a todos que Eunápolis tem uma raiz cultural muito grande e que só precisa de amparo, para que possa florescer. São atores, cantores, instrumentistas e que estão espalhados, por não haver a valorização deste espaço.

Uma pequena apresentação teatral mostra como a mulher é tratada, usada sexualmente e depois de grávida abandonada, criando dois conflitos, uma grávida abandonada e uma família em desespero. Logo em seguida veio uma apresentação de dança, onde como forma de descontração, a dança moderna chega á juventude, mostrando que dançar, ainda é uma arte.

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui