Polícia Judiciária, já investiga morte da mulher no residencial Arnaldão.

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Sílvia Letícia morta Arnaldão–foto cedida gentilmente por via41.com.br

De acordo com as in formações oficiais tanto da PM como da Polícia Civil,  a morte da jovem Silvia Leticia Araújo Queiroz, 26 anos, ainda é uma incógnita, após denúncia informando sobre um forte odor em uma residência, a GU da PM deslocou-se ao bairro Arnaldão,  chegando ao local foi encontrado em baixo de um sofá o corpo de aparentando um avançado estado de decomposição, vizinhos e populares informaram que Sílvia, não era vista desde o dia 02/01 e que ela possui um filho, união dela com um sentenciado que cumpre pena no Complexo Penitenciário de Eunápolis. Ainda não se sabe a motivação do crime, bem como maiores informações da criança.

De acordo com informações da Policia Civil, que também é a polícia judiciária, responsável

pelas investigações, dão conta que a vítima foi encontrada dentro de casa com uma lesão no pescoço. Pelas características do corpo, a vítima, foi morta faz três ou quatro dias. Ela era companheira de um presidiário chamado GERRY ADRIANI. Suspeita-se que esse seja o mandante do crime, pois estava cuidando dela. Um bebê dela, de dois meses e quinze dias não foi localizado, porém, este é um crime que não será tão difícil de ser esclarecido, pois como a criança foi levada, será possível rastrear uma criança, que ainda está sendo amamentada, e ao chorar poderá, levantar suspeitas de vizinhos e daí surgirem as denúncias à polícia civil, já que as denúncias poderão serem feitas sem a identificação de quem estiver fazendo a referida denúncia.

Foto enviada ao rota51.com, via whatsApp

Porém existe um atenuante, como a criança ao chorar poderá levantar suspeitas sobre os assassinos, ela poderá estar bem longe, onde ninguém conhece ninguém ou então, o mandante da morte de Sílvia, poderá determinar o mesmo fim de uma criança, que nada tem a ver com o mundo do crime.

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