Prefeitura e comunidade conversam com a Prosegur, um ridículo só, diz moradora assustada.

0
1489

O que foi conversado entre o representante da procuradoria municipal, pessoa do Dr. Antônio Pitanga e, integrantes do staff municipal, não foi divulgado à imprensa, mas quando chegou o momento de uma reunião em conjunto, os representantes da Prosegur se negaram a dialogar com a imprensa local, mas eles ouviram tudo que a reportagem do rota51.com tinha pra falar com relação a empresa e as consequências causadas pela ação dos bandidos na sede da empresa, no dia 06/03, quando estes não só deram o maior prejuízo à empresa, como também aos residentes e empresários locais.

Depois de se negarem a falar com os eunapolitanos, depois que o vereador Ramos Filho entrou com um projeto que mostrasse a eles, que Eunápolis ainda tem autoridades capazes de encarar frente a frente a pseuda arrogância da empresa, depois que a prefeitura embargou a utilização do novo endereço da empresa, eles resolveram vir e conversar.

A reportagem do roga51.com, ao chegar se apresentou, dando mostras que estava ali para reportar algo importante, no início da conversa, o Dr. Alexandre Ribeiro Fuente Canal, diretor jurídico da empresa, ter dito que não dialogaria com a imprensa, a reportagem do rota51.com mostrou as prerrogativas de sua presença, depois ouviu a conversa entre todos, e acabou vendo que realmente a empresa, não tem a mínima intenção de ressarcir os prejuízos causados pelos estragos feitos no local, embora a empresa tenha tido seus prejuízos, mas o moradores e comerciantes, viram que na realidade, eles servem apenas para escudos humanos, quem teve seus prejuízo terá de entrar na justiça, para quem sabe, daqui a 10 anos começarem a receber alguma coisa.

Dr. Alexandre Ribeiro
Dr. Luiz Roberto

Agora a empresa Prosegur começou a obter seus documentos, Dr. Alexandre disse que, a empresa, obedece a todas as exigências da Policia Federal, Governos, Corpo de Bombeiros, principalmente no que tange a armamentos, nos caros de transporte de valores, como também na sede da empresa. Pelo diálogo, eles se consideram inatingíveis, acham que estão por cima de tudo, obedecem estritamente o que acham que devem obedecer, falaram que uma fundação que ajuda escolas, mas não pagarão os prejuízos. Mas se fosse em um país serio, com as autoridades verdadeiramente voltadas para seus cidadãos, a Prosegur ja teria em primeiro lugar, contratado engenheiros, técnicos e outros profissionais, para ressarcir a todos dos prejuízos, mas infelizmente isto é o Brasil, o melhor país do mundo, mas sem lei.

Geralmente estes representantes de empresas, como a Prosegur, que estão em vários países do cone sul, se acham superiores e não gostam muito de serem arguidos, infelizmente o Brasil, ainda é um país com poucas leis e as brechas,  sempre privilegiam  estas atitudes, os moradores que trabalham, pagam impostos, , votam e elegem, acabam ficando seriamente prejudicados, pela imposição destas empresas, como no caso se o prefeito não liberasse, mesmo que temporariamente, a cidade ficaria desabastecida, neste caso, o povo saiu perdendo pela imposição arbitrária de empresas desta natureza, porque então, eles não compraram um outro terreno em local mais despovoado, com a proibição de casas residenciais por perto, ou quem construísse por perto, assinaria um documento, aceitando as condições impostas pela empresa, ou seja, quem fosse prejudicado de qualquer natureza, arcaria com seus próprios prejuízos, mas transformar o povo em escudo humano é muito mais fácil e sai muito mais barato.

Na realidade o MPE, na pessoa do Dr. João Alves Neto, também exerceu o seu poder de autoridade judicial inquirindo a prefeitura municipal, sobre a licença par a construção da nova sede, sendo este em local inadequado, e a prefeitura terá 10 dias para responder o ofício do MPE, uma foto do documento está nesta matéria.

Moradores perto da nova sede, mostraram o alto volume dos alarmes, quando ninguém dorme quando são acionados, Dr. Alexandre disse que o problema foi resolvido e a cada questionamento eles já tinham, a resposta certa, e quanto à autorização de funcionamento temporário,  é para que a cidade não fique desabastecida de dinheiro e, nem falte dinheiro nos bancos e caixas eletrônicas, mas pelo que a reportagem pode ouvir de alguns moradores, o fato do prefeito ter liberado, mesmo que temporariamente, pode repercutir nas eleições vindouras, pois para onde a Prosegur construiu sua nova sede, existe um condomínio e todo mundo está sobressaltado com o acontecido, se a proibição tivesse continuado, disse um morador, a Prosegur teria se rendido, pois não iria querer perder o contrato de transporte de valores na região. Dr. Alexandre disse que a empresa é lícita, não deve nada em relação ao trabalho que oferece, não tem ações trabalhistas e nem nada, e falou ainda mais, que a obrigação de defesa é do governo, que a Prosegur tem autorização de uso de armas, dentro do estabelecido pela lei, isto indica que eles se protegem e o resto é que se lasque.

Como disse a reportagem do rota51, em nenhum estado brasileiro, as PMs, não tem um poder de fogo tão intenso capaz de combater o que foi feito em Eunápolis, pois o armamento utilizado, é de uso prioritário do exercito.

Representantes dos prejudicados, Geiza, falou dos seus prejuízos, e dos demais, do assombro causado pelo absurdo cometido contra a empresa e que atingiu todo um quarteirão. Dr. Alexandre citou fatos acontecidos em Marabá. Já a Sra. Rosana Rondelli, disse em sua fala, que o foi dito pelos representantes da Prosegur foi ridículo.

Estiveram presentes o procurador Dr. Antônio Pitanga, o diretor Municipal de Trânsito Willy Hafner, Adeildo, Dr. Alexandre Ribeiro, Dr. Luiz Roberto Messias  Ramos gerente regional da Ba, Dra. Carla Rondelli, Dr. Ivo Póvoas, Rosana Rondelli, Geiza, Alécio Viann Secretário de Finanças.

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário!
Digite seu nome aqui