Promotor pede absolvição de réu por falta de provas.

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O julgamento desta 2ª feira 10/06, foi remarcado, porque no dia do julgamento no início do mês, uma jurada passou mal, e o julgamento foi anulado, nesta 2ª feira, atuaram como: Juiz presidente o MM Dr. Otaviano sobrinho, representante do Ministério Público Dr. João Alves, na defensoria pública atuou a advogada Dra. Bruna Cristina Paoli Costa e as estagiárias Larissa Silva Santos, Sabrina Silva Pacanhã e Beatriz Oliveira Tavares. E MAIS UMA VEZ, SOMENTE MULHERES FORAM ESCOLHIDAS COMO JURADAS.

No banco dos réus Jose Carlos Boecker Prudêncio, mais conhecido como “Carlinhos ou Galego”, acusado de no dia 12/04/2006, haver lesionado com facadas duas pessoas, o sr. Ananias Teles da Silva, que após ferido no abdômen por facadas, veio a falecer no Hospital AMES e uma outra pessoa de nome Valdeci José dos Santos, mais conhecido como “Vardo”.

Para depor em Juízo, foram convocados o filho de uma das vítimas Valdívio Teles da Silva, e Rosimeire de Jesus. Ao depor Valdívio disse que havia combinado com o pai Ananias, uma viagem, e antes da viagem ficou sabendo que seu pai havia sido assassinado a facadas como também uma outra pessoa conhecida como “cigano”, e que depois ficou sabendo que uma mulher de prenome Neusa e Galego haviam sido presos pelo crime, mas que Neusa foi liberada e que Galego permaneceu preso. Ouvida também Rosimeire de jesus, que disse que D. Geni, lhe confirmou que o autor das facadas fora Galego, mas não disse porquê e nem como tomou conhecimento dos fatos e nem como começou a briga.

Por outro lado, dos dois feridos apenas Valdeci sobreviveu, e que foi um dos que acusaram Galego de ser o autor das facadas, Ao ser interrogado pelo juiz, Carlinhos ou Galego disse que estava hospedado na casa de Ananias que o tratava como filho e ele o tratava como pai, e que na noite do crime, estava na casas indo tomar banho e, do banheiro escutou um barulho na sala onde todos estavam e ao se “enrolar” em uma toalha pra ver o que estava acontecendo, viu as duas vítimas esfaqueadas e viu Ananias com as vísceras expostas e tentou ajudar-lhe a segurar, e que chamou a polícia e o SAMU, e ficou dando assistência a todos até a chegada destes, como estava de toalha, quando pessoas começaram a chegar ele foi dentro de casa, trocou de roupa e que ele e uma mulher chamada Neusa foram para delegacia e lá ficaram presos, que a mulher “Neusa” foi embora no outro dia e ele ficou preso. E durante todos os interrogatórios, Carlinhos deu a mesma versão da primeira, mas depois de 13 anos, ele sentou no banco dos réus para ser julgado por mais este crime, já que ele cumpriu pena por outros delitos menores.

Depois do almoço, teve início os debates, iniciando a sua preleção o promotor Dr. João Alves, que fez todo processo acusatório, mas ao final pediu a absolvição do réu, por falta de provas, os depoimentos não eram bastante consistentes, pois não havia provas contundentes de que; “Carlinhos, era o agressor e autor das facadas e ao finalizar suas palavras pediu8 absolvição por insuficiências de provas”.   Vejam o vídeo do Dr. João Alves:     https://youtu.be/nc-WJ9C9OxQ

Na defesa, atuou a defensora pública Dra. Bruna Cristina, que fez a sua defesa, também baseada nos autos do processo e muito técnica, demonstrou aos jurados, porque ela defendia um acusado de ter esfaqueado duas pessoas, sendo uma delas veio a óbito, exatamente a pessoa que Carlinhos tinha a maior estima, ao final do seu pronunciamento, a defensora Dra. Bruna, também pediu a absolvição do réu, por falta de provas e corroborou o pedido da promotoria pública, vejam o vídeo da Dra. Bruna:   https://youtu.be/nc-WJ9C9OxQ

Depois, todos foram para a sala secreta, onde houve a votação e tempos depois, retornaram para o salão do júri, onde o MM juiz presidente Dr. Otaviano Sobrinho leu o veredicto e absolveu o réu, novo júri, agora só no mês de agosto.

DR OTAVIANO SOBRINHO PROLATANDO A SENTENÇA DE ABSOLVIÇÃO DO RÉU.

 

 

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