Sessão da CME desta 5ª feira 13/02, discutiu mais uma vez…”Saúde e Educação”.

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Depois da chamada, leitura da ordem do Dia, das matérias da pauta, e das atas anteriores que foram aprovadas, leitura feita pelo diretor legislativo Milton Guerreiro, foi feito o intervalo regimental, no retorno aos trabalhos, parecia que ninguém usaria a tribuna, mas foi diferente, a começar pelo presidente da casa Jorge Maécio, ele iniciou sua participação mostrando ter recebido uma carta de uma pessoa que estava no plenário e que iria, fazer o possível para atender a missiva. Depois Jorge Maécio, mencionou o vereador Jota Batista, em relação ao seu projeto, sobre os loteamentos da cidade, que não estão cumprindo a “lei do solo legal”, pois um TAC também foi assinado e ninguém cumpre, vão loteando do jeito que querem, e depois quando a coisa desandar, vão jogar a culpa no executivo e no legislativo, embora o legislativo aprove, mas a legislação precisa ser cumprida, e não está sendo deste jeito, são lotes sem infra estrutura e isto precisa a ser corrigido agora, Jorge Maécio pediu mais fiscalização e vigilância sobre o assunto, e para finalizar ele falou sobre a área que foi doada aos mototaxistas par a construção da sede própria, e em seguida, solicitou que a mesma doação também fosse feita para os agentes municipais de saúde.

Jurandir leite em seguida, falou sobre a saúde de Eunápolis, mencionando inclusive a carga horária dos agentes de saúde, e a perseguição que todos vem sofrendo, pelo não pagamento da extensão de carga horária para o pessoal da saúde, do qual, ele como vereador repudia esta falta de sensibilidade do prefeito para com os agentes, perguntado como um funcionário pode trabalhar bem, sem o reconhecimento do chefe, no caso o prefeito Robério oliveira. Jurandir Leite, falou também que entregou ao MPF, uma solicitação de investigação sobre os últimos acontecimentos no HRE e para arrematar sua fala, cobrou a reforma das escolas e a merenda escolar que está em falta nas escolas municipais de Eunápolis sem professores, sem merenda e sem as reformas necessárias para o reinício do ano letivo.

Jota Batista, denunciou também os mal tratos para com os agentes de saúde, pois estão sem o pagamento da extensão de carga horária, e denunciou que isto é para contratar “cabos eleitorais”, pois estes já estão com seu futuro comprometido, a saber que a cidade não suporta mais tamanha corrupção. Jota Batista, denunciou inclusive, a demissão de vários obstetras do HRE e a não recontratação de outros, Jota Batista argumentou sobre a LRF Lei de Responsabilidade fiscal prevê gastos em até 54% e que estes já ultrapassaram a cota, as em entrevista ao rota51.com, Jota batista disse que depois de outubro, passadas as eleições aproximadamente 800 pessoas serão definitivamente desempregadas.

Ramos Filho na tribuna, fez um discurso que todo eunapolitano deveria ouvir e refletir, ele disse que não quer ser eleito, pelo poder, ele quer ser eleito por uma vontade férrea em ver a sua cidade desenvolver sem corrupção, falou que é filho de Eunápolis, nascido em Gambiarra, e tem  a hombridade em carregar as herança moral de seu pai e que não iria jogar fora a tradição e a honra da família, simplesmente pelo poder, pois desse poder ele não precisa, o discurso de Ramos Filho, foi para quem quer ver Eunápolis desenvolvida, sem corrupção, retirando fora os pseudos donos do poder, o que ele quer de verdade, é governar para desenvolver,

Ramos Filho disse que quer uma cidade com saúde condizente com seus cidadãos, uma escola onde os alunos vão para estudar e aprender, ele disse que não quer um HRE sem uma “dipirona”, medicamento simples, mas que mesmo assim está faltando, porem ele disse que não se pode confundir uma administração hospitalar particular e uma outra municipal, pois o dinheiro existe e que a saúde praticamente não vê. Ramos Filho disse que tudo de errado é culpa do servidor público, perguntou como um hospital público não tem uma obstetra de plantão? Que oe médicos que ali estavam não são especializados no setor, são clínicos gerais, mas que só o nome do Dr. Alexander apareceu, mas e o outro? De acordo com Ramos Filho que é administrador hospitalar e que conhece muito bem a sua responsabilidade no setor médico hospitalar, ele falou  que nenhum dos dois, são obstetras, mas que estão procurando uma forma de in criminar os dois, e que quem não fez bem o dever de casa, é a administração, demite sem contratar e tem mais, o que está sendo prejudicado é a saúde e a escola. Vejam e ouçam o vídeo do vereador Ramos Filho:

Finalmente foi a vez de Arthur Dapé, que sendo o aniversariante do dia, foi a tribuna e enfatizou o que já havia sido dito, que, o que está em jogo é a vida do servidor público, e que o prefeito, não está nem aí, e que suas preocupações são outras.

Ao final Jorge Maécio falou sobre a casa do parto que cuja verba de emendas parlamentares já estão na conta e que o valor é de R$ 690 mil reais, como também 250 mil reais para uma unidade odontológica móvel e mais 150 mil para uma unidade do castromóvel.

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