Sessão da CME teve muitos discursos, debates acirrados, apartes e a oposição cobrando explicações sobre a saúde.

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Depois da chamada, e ter quórum, leitura da ata anterior que foi aprovada, leitura feita pelo diretor legislativo Milton Guerreiro e, a Ordem do Dia, veio intervalo regimental, e em seguida abertura para a defesa de indicações no pequeno expediente, quando não houve inscritos e, em seguida o grande expediente quando vários vereadores usaram a tribuna para seus discursos.

O vereador Jota Batista foi o primeiro a usar a tribuna e mais uma vez cobrou das autoridades competentes, a situação da saúde de Eunápolis, onde a secretária de saúde, Márcia Quaresma foi citada, falou sobre o aplicativo UBER, que mesmo sendo uma lei federal, vem tirar o ganha pão dos motoristas de taxi, que pagam alvarás, licenças, vistorias e acabam sendo muito prejudicados pelas aplicativos, que não pagam nada disto, e ainda falou que, além de ser uma concorrência desleal, ajuda os ricos a ficarem mais ricos, sobrando aos motoristas apenas as migalhas, Jota Batista disse que taxista é profissão, aplicativos não. Jota Batista falou sobre a falência da cidade, por causa de administrações espúrias e voltadas somente para seus interesses próprios, Arthur Dapé cobrou o pagamento aos agentes de saúde e endemias o pagamento do PQA-VS, que já tem no banco e na conta, a quantia de R$ 120 mil reais, mas a secretária Marcia Quaresma, não quer pagar, e isto é uma dinheiro federal que tem que ser pago, que são os 20% que cada agente tem direito e ainda por cima, ainda falta o PMAQ, que é outra responsabilidade a ser cumprida e, não foi.

Aderbal, fez o seus discurso, defendendo a saúde e, chegou a citar Manoel bandeiras, “Vou-me embora pra Passárgada”, defendeu a ausência da Secretária de saúde Márcia Quaresma pelo fato desta, ainda não ter sido convocada para falar sobre a situação da saúde de Eunápolis, pelo fato de não ter havido uma convocação, mas teve o aparte de Jota Batista, sobre as emendas feitas em favor da cidade, no caso da UTI de HRE e da Policlínica e, que estas emendas vieram ajudar em muito a saúde da cidade. Aderbal acabou terminando o seu discurso dentro de sua proposta em defender a saúde da cidade, mas encontrou a resistência de outros vereadores de oposição

Daniel fez um discurso, falando dos taxistas, de suas obrigatoriedades, defendendo a classe e depois ao falar de saúde, lembrou que não se pode fazer palanque político, por que tem ex prefeito afastado da política por questões judiciais, que ficou sem pagar professores e demais funcionários e, que este é o momento dos 17 vereadores se unirem em favor da cidade, sem fazer palanque político, pois este não é o momento de aproveitar da situação para tentarem se promover em cima das necessidades da população, e que o prefeito tem que pagar a insalubridade dos agentes de saúde, e depois agradeceu ao prefeito o asfalto da ladeira do Pequi que liga o referido bairro ao Moisés Reis. Mais uma vez com aparte, o vereador Jota batista, falou das emendas do deputado Ronaldo Carletto, que veio priorizar em muito calçamentos e asfaltos pela cidade, mas que o prefeito, quando fala, fala como se os benefícios fossem ele e não do deputado, Jota Batista disse que o Prefeito, quer fazer festa usando o chapéu dos outros e, que não concebe fazer asfalto sem uma drenagem e nem escoamento de águas pluviais.

Ramos filho mais uma vez usou a tribuna, para mostrar como se faz uma gestão competente, como a que vem fazendo em seu hospital, que mesmo tendo descredenciado o SUS, ele vem realizando cirurgias de forma “graciosa”, como herança de seu pai, Ramos filho citou a ex secretária de saúde Edna nos anos de 2009/10, quando fazia cirurgias eletivas. Ramos Filho disse que dinheiro não falta, o que falta é “gestão”, Ramos Filho ainda criticou a falta do equipamento denominado “autoclave”, preponderante em qualquer hospital, e disse que Eunápolis precisa de mais emendas. Ramos Filho citou que, falta diálogo com relação às necessidades do setor de saúde de Eunápolis, pois se o prefeito dialogasse mais com os agentes de saúde, ele saberia de todas as falhas e faltas, pois eles sabem de tudo, e que não se deve agradecer ao prefeito pelo que ele faz, pois os seus feitos, nada mais são do que a sua obrigação como gestor administrativo de uma cidade como Eunápolis.

Neta sessão, Paulo Brasil, disse que como é ano eleitoral, criticou o não pagamento aos agentes de saúde, pois é um direito seu, e que não se deve usar esta prerrogativa para fazer política, e conclamou ao presidente da casa Jorge Maécio dele e outros vereadores em irem ao gabinete da secretária, para resolver de vez a situação do pagamento aos agentes, sem politicagem barata, e que não são todas as ruas que Ronaldo Carletto enviou as emendas, e que é preciso deixar de muito blá, blá, blá, pois já teve prefeitos no passado que não pagou professores, e que ninguém fala nada. Paulo Brasil resolveu colocar pra fora o que deve ter ficado entalado durante muito tempo.

Depois da sessão, os agentes de saúde e endemias e alguns vereadores, se deslocaram até o gabinete da Secretária Márcia Quaresma, da saúde e a reportagem do rota51.com também foi, mas chegando no referido local, a reportagem foi impedida de entrar, para ouvir o que fora tratado alí, portanto não se sabe o que foi combinado. O que se sabe, é que a verba já está na conta e que os agentes já deveriam ter recebido a verba do governo federal há muito empo, e não foi, mas é como o rota51.com já falou antes, o prefeito nomeia uma pessoa para uma secretaria e lhe entrega a caneta, mas a caneta nunca tem tinta, portando a secretária é mais uma fantoche nas mãos do prefeito, pois se assim não fosse, o PQA-VS já teria sido pago em outras gestões de secretários de saúde e, não há um esclarecimento pelo fato de que por trás tem alguém que manda e dita as ordens, neste caso o poder do cargo fala mais alto.

Outro que falou fechando o círculo de discursos, foi o vereador Jurandir Leite, que além de tecer comentários sobre a situação do HRE, e os postos de saúde, mais uma vez levantou as questões problemáticas de Gabiarra, as suas necessidades e o seu abandono, já que Jurandir Leite, é o fiel representante de Gabiarra já que é filho da região e tem propriedades lá, e a sua luta é por todos, pois embora, Gabiarra esteja fora do circuito de atendimento da administração municipal, ele continuará lutando, para quer se o prefeito acorda e começa a trabalhar por lá, pois Gabiarra, pode não ser um grande centro eleitoral, mas pode eleger ou derrotar um prefeito.

Nova sessão da Câmara Municipal, na próxima 5ª feira, Às 08hs e 30m, em sua sede à av, Artulino Ribeiro bairro Dinah Borges.

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