STTR, faz assembleia e, mantém autonomia sindical na região.

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Na manhã desta 3ª feira, 19/03, por determinação do MPT Ministério Público do Trabalho, que o presidente do STTR Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras rurais, Tico Lisboa, convocou e foi atendido e, realizou a assembleia, e contou com as presenças assinadas em livro de 230 trabalhadores rurais, tanto da agricultura familiar, quanto das empresas da Veracel, que participaram das discussões e votaram por aclamação pública, mantendo  a liderança e a  condução  sindical dos trabalhadores rurais, o STTR, comandado por Tico Lisboa e equipe.

De acordo com as informações, por questões óbvias, foi criando um sindicato, o STTA, dentro do STTR, mas, a coisa mudou de rumo, e então iniciou uma judicial, para saber quem lideraria os trabalhadores rurais, se o STTR ou o STTA, houve acusações e acabou acontecendo uma dissidência dentro do sindicato, o que não precisava, segundo Tico Lisboa, acontecer tal fato, a saber que este é o seu último ano, e não podendo mais se candidatar, o indicado seria o vice presidente, Paulo Alves, como seu substituto, aconteceu que este acabou sendo um dos dissidentes e, a coisa foi parar na justiça.

Por este motivo foi conclamada uma assembleia, que inclusive o edital de convocação foi publicado no rota51.com, mas na assembleia, nos discursos, foi levantada a questão de que, os dissidentes, não haviam sido convocados, neste momento, o presidente Tico Lisboa, colocou na mesa, os convites enviados às empresas e esta discussão acabou sendo encerrada. Depois de discursos acalorados e, na defesa de suas entidades, de um lado o STTA e seus advogados, do outro lado Tico Lisboa, sua diretoria e sindicalizados, houveram pessoas que falaram aos presentes, que o sindicato STTR, não estava ali para defender somente os empregados das terceirizadas da Veracel, mas sim, todos os que trabalham na agricultura como num todo, o que fez com todos se voltassem a favor do STTR, pois de acordo com banners no local, esta luta vem há mais de 30 anos, e como disseram Tico e Gracinha, esta não é uma luta da agora, ela começou com o pai de Tico, Sr. Ailton Lisboa,  e dos 230 presentes, o STTA obteve apenas 5 votos a seu favor.

Em um dos discursos, Givaldo Alves, um dos defensores mais aguerridos do STTR, chegou a falar que um dos dois dissidentes, além do alto salário da Veracel, ainda ganhava do STTR e, além de tudo tinham carro, combustível, alimentação do STTR e acabaram traindo a ideologia do sindicato. Depois acusaram Tico de ter comprado os carros para o sindicato e ter colocado em seu nome; Tico demonstrou a todos, que, por força de lei entidades sindicais, podem financiar estes bens em nome próprio, o financiamento ou consórcio tem que ser em nome do presidente, Givaldo Alves, com palavras simples, mas de forma contundente, demonstrou com toda a firmeza que o STTR ainda é uma bandeira a ser defendida por verdadeiros.

Depois das discussões, foi feita a votação por aclamação, e dos 230 presentes, apenas 5 votaram contra o STTR, portanto o STTR, continua defendendo os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras na agricultura, não importa o setor, a saber que 30 anos de luta, não podem ser jogados fora de uma hora para outra.

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