…existe uma coisa que se tem que levar em consideração, o solo; embora seja feito um trabalho de engenharia, compactação e preparação do solo, para a colocação da camada asfáltica, talvez seja necessário, um outro tipo de tratamento de sola, pra ver se o asfalto dura um pouco mais, sem se esburacar de uma noite para o dia, não que a editoria do rota51.com, queira ensinar nenhum engenheiro ser engenheiro, ou fazer o seu trabalho, mas como em cada região, existem solos de diferentes formações geológicas, talvez seja por este motivo que tempos depois de uma rua ser asfaltada, logo começam a surgir os vários buracos que atrapalham dentre outras coisas, até o trânsito de carros, motos e bicicletas.
A reportagem do rota51.com, ao passar pela av Duque de Caxias, fez o registro de mais um buraco e ao que tudo indica, este mesmo buraco foi consertado em tempos recentes. Antes de colocar a culpa na empresa de asfalto, será que foi feito um estudo geológico do solo? Será que as licitações feitas até agora, foram feitas para inglês ver? Ou seja, serviço “meia boca” pra sobrar algum? Prfa quem será? Por que, a prefeitura viver tapando buraco o ano inteiro e sempre nas mesmas ruas e nos mesmos locais, vai cair na linguagem popular do “asfalto sonrisal”. Mas como a prefeitura mudou de mãos, a cidade espera que as novas licitações sejam feitas com mais responsabilidade, mais ética, mais respeito para com o dinheiro público, porá eu quem faz bem feito, faz para durar, mas quem faz com segundas intenções, acaba fazendo duas ou maquis vezes, e é aí que o dinheiro público some e ninguém vê. Ô vida difícil né sô?

O asfalto novo da Rua Marechal Deodoro, no Pequi, já está esburacado. A pergunta que não quer calar é: Não existe nenhuma garantia por parte da executora da obra, para que possa promover o conserto? Os vereadores não fiscalizam o serviço e a aplicação correta dos recursos, para que seja feito algo de acordo com o que foi contratado e muito bem pago?