Na última sexta-feira (06), no prédio onde funciona o Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), foi realizada reunião entre integrantes da Federação de Trabalhadores na Agricultura (FETAG), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Coordenação de Desenvolvimento Agrário (CDA) e o Maj Mergulhão (Representante da Casa Militar do Governador).
O intuito da reunião foi a assinatura de contrato para posse de terra das partes envolvidas de em Movimentos Sociais do Campo na região da Baixa Verde, localizada na Zona Rural de Eunápolis. Várias famílias estarão assinando o referido contrato, até o dia 18 de agosto.
A referida localidade é atendida diariamente pela Patrulha Rural da 7ª CIPM/Eunápolis. O comando da Unidade tem dado atenção especial a citada região, visto que a mesma tem sido alvo de conflitos entre as partes envolvidas, a saber, MLT e FETAG.
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Fonte: ASCOM-7ªCIPM – Eunápolis
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Nota da Redação:
A reportagem do rota51.com, procurou o representante da FETAG, e este disse que o Estatuto da terra ainda não foi revogado e que o dono da terra, neste caso, é quem está dentro dela, e eles da FETAG já ocupam esta terra, desde 2008, quando as terras ainda pertencia à Veracel Celulose, portanto, esta situação só poderá ser resolvida na justiça, partindo do próprio governador do estado Rui Costa, a saber que já aconteceram 4 mortes no local, e todos pertencentes à FETAG.

Gostaríamos de saber porque o rota 51 só escuta a fetag. Levando em consideração que está entidade È a maio promotora de conflito neste território, sendo narrados vários ataques por outros meios de comunicação, entre estes ataques até tentativas de homicidio. não ouvir o outro lada destes fatos , evidencia a cumplicidade deste meio com a direçao e diretores da entidade. o que ha entre ambos?
Não existe nada Sr. Juvenildo, é que a FETAG tem uma sede própria na cidade, e quando somos chamados, temos onde ir, e como já tivemos problemas por parte de vocês, preferimos ficar mais distantes, e a matéria a qual o sr se refere foi enviada pela 7ª CIPM, é só uma questão de receptividade, e nunca tivemos problemas coma FETAG para desenvolver nosso trabalho.