Escrever um livro é uma arte, é a força de um pensamento; quem já escreveu e lançou um livro, sabe o que é isto, é um tempo sem definição, não são apenas palavras, é uma busca intensa, para colocar para fora, o sentimento mais recôndito de um escritor.
Imagina uma ideia, que aos poucos vi se tornando algo palpável, é como um pedreiro simples e humilde, que tijolo por tijolo, foi assentando um por um, de repente ele para, pega o nível, faz a sua simetria e depois continua o seu trabalho, sem saber quando parar.
No início a construção é feita, cheia entulhos, barro, pedaços de madeira e a construção vai seguindo a sua linha, o pedreiro calmo e sensível, vai montando toda a sua estrutura e aí, chega ao final. E quando se olha para traz, vê uma mansão, assim é escrever um livro, as primeiras linhas parecem um amontoado de letras e no final, a construção de palavras, sentimentos e pensamentos, se tornam um emaranhado de algo inusitado, é um livro.
O homem, em sua busca diária, para um pouco e diz que vai escrever um livro, mas quando este tem a síntese de um pensamento sobre que e, o que vai escrever, a sua vida está traçada, o seu mundo gira por um momento e este homem diz, “ meu livro, meu filho”.
Ronald Santos nesta 6ª feira, 17/12, estará no Rotary clube, pouco depois do Hospital Regional, lançando o seu primeiro livro “Quem pensa transforma”, mas para que haja transformações é preciso que leiam, assimilem e comecem a pensar em um mundo, onde a literatura, ainda é a grande forma de se ver, diante do mundo, com um livro na mão.
