Há muitos anos existia em BRBACENA, cidade mineira, perto de Belo Horizonte, uma local que se chamava manicômio, ou se dizia, lugar parda onde mandavam os loucos, doidos, e que as famílias, que não sabiam como cuidar destes familiares, os enviava para lá.
Era um lugar difícil de aguentar, pois o tratamento era horrível e os que eram internados lá, não ti9nham um tratamento adequado, pois a própria época não oferecia, era um verdadeiro holocausto humano, era também chamado como “porões do medo”, isto e muito mais foi mostrado em um vídeo mostrado aos presentes no salão menor da Câmara Municipal, para uma plateia muito grande, quando estre encontro, foi mostrar que hoje, as coisas são diferentes, não existem mais estes locais e tudo é feito de forma mais humana, e por isto foi criado um órgão chamado CAPS.
O CAPS e suas várias divisões, estão atendendo a familiares de pessoas que problemas mentais, e que não são mais chamados de doidos ou loucos, são pessoas com deficiência mental e que trem dificuldade de conviver de outra forma com a sociedade e até mesmo com seus familiares.
Neste encontro, coordenado pela psicóloga Marilyn Lacerda, contou com palestrantes como: enfermeiros, psicólogos, e pessoas que desde muitos anos, foram treinados para darem a pessoas deficitárias de condições normais, com mais carinho mais humanidade, onde a psicologia, faz toda a diferença entre o ontem e o hoje e que, no futuro será muito melhor. Trabalho este, mantido pela prefeitura de Eunápolis sob os auspícios da Secretaria de Saúde, atualmente nas mãos da secretária de saúde Dra. Edna Alves.
A reportagem do rota51.com, entrevistou a psicóloga Marilyn Lacerda sobre o evento e como a coisa é feita nos dias de hoje:

























