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Tribunal de justiça de Eunápolis, julga mais um réu que foi absolvido pelo júri.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
21/09/2026
in Administração, Especial, Eunápolis, Justiça, Notícias
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O julgamento aconteceu nesta 21ºª feira 21/09, quando o tribunal de reuniu, para julgar Jenilson Andrade figueiredo. À época do crime, Jenilson gostava de tomar umas “pingas”, mas quando bebia, ficava nervoso e valente, e acreditava que sua esposa enfeitava a sua testa, ou seja, o traía, porém ele nunca ficou sabendo com quem, era tudo produto das cachaças, pois nada existia, “É a Marvada pinga que atrapaia”, e aí, Jenilson passava a agredir a sua esposa, o que acabava tendo interferência familiar. Em uma destas desavenças, acabaram culminando com agressões entre Jenilson, Sivaldo Alves de Jesus e Guilherme Santos Figueiredo.

Durante estas agressões, Jenilson acabou levando uma paulada na cabeça, mas também desferiu outras pauladas nas cabeças de seus opositores e em uma destas agressões Jenilson sacou de um canivete e desferiu canivetadas em alguns desafetos, causando lesões corporais em uns, inclusive seu filho, que tentava separar a briga.

Sorteadas as testemunhas, um júri composto de 5 mulheres e 2 homens, e depois de interrogado pelo juíz, promotor e defesa, Jenilson, optou por não responder as perguntas o que é uma prerrogativa do réu, respondendo apenas as perguntas da defesa, e o que se pode notar, é que Jenilson, pessoas simples, não sabendo ler nem escrever, deve ter se sentido meio encabulado com o interrogatório.

Jenilson, apesar de ter sido espancado com um pedação de madeira, também deu as suas cacetadas, acabando de ferir Sivaldo Alves de Jesus, Edmundo Loyola dos Santos e seu filho Guilherme Santos Figueiredo, porém os ferimentos causados não foram mortais, e a perícia anotou apenas, uma tentativa contra Sivaldo e contra Edmundo e Guilherme, apenas lesões corporais.

O promotor que veio de Belmonte, Dr. Matheus Dalbert Silva, assessorado por seu estagiário Alexandre de Jesus Alves, ofereceu denúncia e levou o réu a julgamento, e durante seu tempo, ele buscou demonstrar aos jurados, todos os fatos acontecidos e que levou a este envolvimento. Falou da embriagues de Jenilson, da convivência com seus familiares, por esta tentativa de homicídio, Jenilson ficou 470 dias preso, Jenilson não é casado oficialmente com sua atual esposa, mas vive maritalmente por mais de 30 anos, mas depois disso, parou de beber e seus familiares lhe pediram desculpas e hoje vivem em paz e harmonia, inclusive quem o trouxe de Itapebi para ser julgado aqui, foi seu filho um dos feridos.

O promotor fez muito bem os eu papel de acusador e mostrou que apensa contra Sivaldo é que foi registrada a tentativa de homicídio, contra os demais, foi apenas lesões corporais.

Depois foi a vez do defensor público Dr. Fábio Sebastião Soares Oliveira, assessorado por duas estagiárias, que também dentre as anotações do processo, buscou de todas as formas inocentar o seu réu, mostrando detalhes de sua vida atual, de seu trabalho das 05 da manhã até as 16hs, o que garante o sustendo familiar, incluindo netos menores, pois já que ele havia cumprido 470 dias de prisão, ser preso agora, a sua família ficaria mercê da sorte, pois ele é o único provedor familiar.

Tanto o promotor quanto a defesa, usaram seus tempos de 1 hora e 30 minutos, e ao final dos debates, não houve réplica nem tréplica, o que simplificou ainda mais o julgamento.

O jurado deliberou e foi feta a votação; o MM Juiz Dr. Humberto José Marçal, ao final de tudo, leu a sentença, e depois acabou, de acordo com a votação, o réu Jenilson Andrade Figueiredo, foi absolvido.

Por determinação do TJBA, Tribunal de Justiça da Bahia, está havendo um mutirão de julgamentos, com a intenção de diminuir a pauta, pois são muitos os crimes, e t4entqtivas de homicídios e homicídios, tem uma incidência muito grande e por isto a determinação deste mutirão de julgamentos. O MM juiz Dr.  Humberto é mineiro, mas está baseado em Teixeira de Freitas e, mais uma vez, está em Eunápolis no próximo dia 20/09, para um, novo julgamento.

O rota51.com, mais uma vez com exclusividade e com a devida vênia do MM Juíz
Dr Humberto, pode trazer aos seus leitores e internautas, mais este trabalho jurídico que já dura mais de 10 anos, também com os maiores agradecimentos ao MM Juíz Dr. Otaviano Sobrinho, que com maestria sempre está a frente deste tribunal do júri.










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