
Tudo por uma questão de segurança do trabalho, para tanto, todos os donos de marmoraria da cidade foram convidados e estiveram no auditório menor da CME, para uma palestra, onde ficou evidenciadas as mudanças que deverão ser feitas em um prazo de 1 a 2 meses.
O Brasil é um país que tem muitas leis, tem leis demais e, que nem sempre são respeitadas, são obedecidas, mas existem algumas leis que estão na ordem do dia, como por exemplo: “pensão alimentícia” com esta não se brinca e, a outra é a legislação trabalhista.
As questões do trabalho, são sempre analisadas com muito carinho e a sua execução é sempre imediata, para tanto a Procuradora do Trabalho Dra. Melina, o auditor fiscal do MTE Rafael Lopes e representantes da indústria da marmoraria e donos de marmoraria, estiveram reunidos para tratar de assunto pertinente á segurança do trabalho e a sua imediata atenção.

Um dos presentes, levantou uma questão pertinente ao assunto, dando conta de que com a atual situação financeira do país, e as exigências feitas para um prazo tão curto, que para atender as novas normas, muitos dos trabalhadores teriam de ser demitidos, pois teria de haver uma redução de custos, o que iria prejudicar em muito a situação empregatícia, com o aumento de desemprego que somado aos já existentes na nação, a situação ficaria pior ainda, pois para a adequação exigida, os custos seriam muito altos.
A discussão do assunto, poderá ter um desfecho diferenciado e, novas situações poderão ser criadas dentro de uma conjuntura, em atender as demandas e manter os empregos, já que as marmorarias dependem também do setor da construção civil para sua manutenção e, se o tempo exigido permanecer o mesmo, com custos altos, Eunápolis dentro em breve entrará para as estatísticas do índice de desemprego nacional, a cidade tem hoje uma faixa de 14 a 16 marmorarias, e algumas delas, dependendo o tamanho e a necessidade gasto, poderá fechar as portas e o desemprego será total.
FOTOS: PBarbosa







