Na sessão desta 5ª feira 08/12, teve apenas um projeto a ser apresentado e votado, que foi o orçamento para o ano de 2017, sendo no que foi apresentado, total será de R$ 252. 3240. 600,00, para o ano fiscal o total é de R$ 163.837.190,00 e o social é de R$

88. 503.410.00, sendo que estes valores estão discriminados na planilha fotografada e postada nesta matéria.
Durante a sessão, falaram os vereadores Jorge Maécio e Jota Batista, sendo que Jorge Maécio, falou sobe o setor ambiental, quando disse que poderia apresentar um aditivo no orçamento, para que certa quantia fosse destinada a recuperação e manutenção das matas ciliares, que entornam o rio do Peixe, mas que no orçamento já estava destinado um valor de R$ 1.102.000,00 para este setor, porém existe um problema, como esta questão de rios, bacias e afins, são pertencentes ao governo federal e estão sob a tutela da ANA. Agência nacional de águas, pois é uma verba que tem de ser destinada ao município pelo governo federal e não pelo municipal, é uma questão a ser revista.

Porém, como o projeto do orçamento é do governo municipal este foi colocado para votação e foi aprovado em 1ª votação, a 2ª votação será feita na próxima 5ª feira 15/12/2016. Porém de acordo com observação da reportagem do rota51.com, representantes de um grupo político recém criado em Eunápolis, estes foram até o presidente da CME fazendo através de um oficio, pedidos que a reportagem não conseguiu ter acesso, porém o pedido deverá ser em caminhado ao setor jurídico da CME, para que este, estude a constitucionalidade do pedido, já que o grupo que diz representar a sociedade, tem uma diretoria extra oficial, pois até o momento o referido grupo político, não apresentou á mesa da CME nenhum documento que determine a oficialidade do grupo, pois o mesmo, ainda não apresentou à CME, o registro da associação, um estatuto, atas de reuniões, CNPJ e por isto, não tem legitimidade como associação representativa para exigir ou pedir qualquer documento da CME e, se continuar assim a próxima mesa diretora da CME, terá um problema muito sério pela frente, pois trata-se de um grupo político, orientado por alguém que de repente se viu com direitos acima dos direitos de exigências, apenas para satisfazer o ego político e pessoal.

A ONG que tem realmente legitimidade para tais solicitações é o “Observatório Social”, por ser uma ONG nacional, respaldada pelo TCU, TCM’s, OAB nacional dentre outros e por outro lado, a referida ONG tem uma postura digna de seus representantes e tem conseguido ao longo dos anos, uma respeitabilidade muito grande, exatamente por ser uma ONG não política, e não permitir em seu quadro de participantes vinculados a partidos políticos ou a alguém visivelmente envolvida no mundo politico, ou ninguém que tenha qualquer vínculo partidário, o que diferencia o grupo político formado em Eunápolis, que nem sequer tem os registros necessários para tais exigências, pelo menos, estes não foram apresentados até o momento, é por isto que o referido grupo, não quer se alinhar ao Observatório Social, por este ser um grupo político, mas sim defendendo a bandeira política que de quem fica de fora dando ordens, e com isto descredibilizando o grupo e a pretensiosidade do que exigem.
Logo após a votação e aprovação do projeto, o presidente da câmara de vereadores, encerrou a sessão e convidou a todos, para próxima sessão no próximo dia 15/12, às 08h30m, na CME av Artulino Ribeiro bairro Dinah Borges.

