
Depois de um TAC assinado entre a prefeitura e o Ministério Público e, como as recomendações não foram atendidas, o Ministério Público na pessoa do promotor Dr. João Alves, determinou que os ambulantes fossem retirados das ruas, até que o camelódromo fosse refeito, já que ele foi derrubado na última gestão de Robério Oliveira.
Depois Dr. João deu um prazo para que a fiscalização arranjasse um local para quem vende caldo de cana e água de côco e, tem gente até hoje esperando qua a determinação de Dr. João seja cumprida e ninguém, fez nada.
Dr. João também falou sobre os barzinhos e restaurantes, que para aumentarem seus espaços de vendas, acabam interrompendo as calçadas com mesas, dificultado quem quer passar, e a determinação de Dr João entrou por um ouvido e saiu pelo outro, ninguém fez nada, é como se a cidade tivesse um dono e, para ele o MP não tem nenhum valor, neste fim de semana, a reportagem do rota51.com, ao passar pela av Norte e Sul, deparou e fotografou um barzinho que além de interromper a calçada ainda colocou barris no acostamento que é para que, os carros estacionados, não tapem a visibilidade do referido barzinho, só que os donos do estabelecimento, se esquecem que os passeios são público e não podem ser interrompidos.
É uma total falta de respeito ao cidadão, ao código de postura do município e que é preciso do MP, já cheio de processos, problemas, ouvidorias, e outros pesos que recaem sobre os ombros dos promotores, ainda vem pessoas que somente querem ganhar dinheiro, mas sem nenhum respeito, para com os cidadãos e as leis e, interrompem tudo, quando o MP chamar a fiscalização e mandar: “ou façam ou vão presos” vão sair na última hora e vão falar mal do site que denuncia, do promotor que manda cumprir as leis” e, cumprir leis não á uma regra básica, e sim uma regra geral, quem não cumpre, no momento certo, vai pagar e não adianta reclamar.
É só esperar esta denúncia chegar ao MP, e vamos esperar para ver como é que fica, ou então tem gente que se acha muito importante e quer desafiar o promotor de justiça, se quiserem desafie, ele aceita o desafio e não arreda o pé de suas convicções e nem das leis que ele defende.





Talvez só existe leis para os ambulantes que estão nas ruas pra tirar o sustento de sua família! Para os donos de bares eles não estão nem ai! Os pedestres tem que passar no meio da rua e meio dos carros arriscando a vida porque as calçadas estão ocupadas com mesas e cadeiras. Faça justiça! Ela é pra todos….
Eu trabalho próximo a um trecho que se pode achar de tudo obstruindo total ou parcialmente as calçadas: Carros, motos, expositores de baterias, de pneus, ferramentas, um tudo. Grande parte das oficinas mecânicas, elétricas, instaladores de som e o raio na área funcionam literalmente nas calçadas, pois dentro delas mal cabe um balcão e um calendário nas paredes. Só me resta a opção de andar na rua, desviando ainda dos carros que estão estacionados em fila dupla. Dona Nilda, a justiça é cega mas tem bom faro para dinheiro no caixa.
Exemplos como os citados na matéria empesteiam a cidade toda. São bares, restaurantes, oficinas, lojas e o diabo a quatro. Há uns energúmenos que possuem garagem mas preferem estacionar seus veículos sobre o passeio público. Alguns bares estão enchendo as calçadas e os acostamentos de mesas, churrasqueiras e caixas de som. Por outro lado, muitos transeuntes além de NÃO EXIGIREM seu direito de usar os passeios públicos, possuem o PÉSSIMO HÁBITO de andar no meio das ruas, mesmo onde as calçadas estão livres e desimpedidas. É uma inversão desastrosa: O BURRO que só sabe andar na rua e o “ESPERTO” que se apodera do espaço que deveria ser de todos. Pagando por ambos, o cidadão que além de não querer arriscar sua vida, quer usufruir do direito constitucional de ir e vir com segurança.