
Em entrevista ao repórter Fábio Del Porto, A profª Néia Rodrigues da Escola Cultural, falou sobre o tema apresentado no encontro e o principal objetivo do tema:
-Na realidade, essa edição do Projeto Ler, tem para nós um papel fundamental: Despertar o amor e o cuidado com a Natureza. Como bem diz o livro: “Temos que cuidar da Terra como cuidamos da nossa casa melhor ainda, porque da nossa casa podemos mudar, da Terra, não”.
Esse é o maior destaque: Conscientização! Tudo começa com as crianças…Elas são o futuro! A escola precisa promover ações que vão além do belo, ações que tenham significado.

De acordo com Fábio Del Porto, a ideia foi trazida por Néia desde o início do ano letivo. Os professores abraçaram a ideia por acreditarem na importância desse trabalho na comunidade escolar. Esse tema está em ascensão por um único motivo: NECESSIDADE DE SOBREVIVÊNCIA. Quanto mais cedo o tema for abordado com os alunos, maiores as chances de preservação do meio ambiente.
A escola deve assumir o papel de polo dentro de uma cultura de preservação e respeito à Natureza, e com isso desenvolver ações na defesa da qualidade de vida e na criação de uma nova consciência numa perspectiva de sustentabilidade ambiental, onde a educação para a cidadania, dê sustentação aos pilares sociais.

Vamos todos cuidar com amor da Terra, da nossa Terra…A nossa casa! O que acontece com ela depende de cada um de nós …Quando carregamos o nosso lixo na bolsa até encontrarmos uma lixeira, quando diminuímos o consumo de coisas desnecessárias, quando não atiramos lixo pela janela do carro, quando substituímos os copos descartáveis por uma caneca, quando aprendemos reaproveitar…Estamos cuidando do nosso Planeta! São atitudes simples, mas, com certeza fazem toda DIFERENÇA! O ser humano precisa aprender a amar a TERRA, caso contrário, não teremos onde viver!

Durante a festa, que foi aplaudida por todos os pais presentes, cada tópico apresentado teve como referência a preservação ambiental, a saber que, nos dias atuais, todo mundo fala em preservação ambiental, mas na realidade, não existe um reflorestamento sustentável, o corte de árvores remanescentes da mata atlântica está cada vez menor, na região, apenas a Veracel tem uma preservação que hoje atinge a uma medida de aproximadamente 60 mil campos de futebol, no que resta, as poucas reservas dão lugar a pastagens para o gado, ou outras monoculturas, as chuvas caem às vezes poucas e às vezes em maior quantidade, pois agora só resta nas escolas, o ensinamento de que a preservação é tão importante quanto a própria vida.
Mas uma pergunta precisa ser feita: “Será que quando estas crianças crescerem, haverá florestas a serem preservadas? Não havendo uma fiscalização séria e mais severa, buscando hoje um reflorestamento sustentável, amanhã poderemos ter um deserto a ser descrito.
Ao final, Néia entrou no palco, e pelas mãos, trazia D. Vilma, mãe da professora falecida Adriana, que em suas palavras, homenageou a filha, como precursora de uma didática educacional excelente e que não estava ali para substituí-la, mas que se fazia presente como forma de dar continuidade ao seu trabalho, ao lado de tantas outras professoras que ajudaram-na a, escrever uma das mais bonitas páginas educacionais da história de Eunápolis, e em seguida, foi feita uma homenagem a todas as demais professoras e funcionárias da Escola Cultural de Eunápolis.





















































































































































































































































































