FOTO: AUREA CATHARINA
Mesmo que o réveillon tenha passado e já passou, mas ainda tem algo que permanece na cabeça dos nativos moradores de Arraial D’Ajuda, quando algumas barracas, fecharam as praias, para realizarem festas pagas, mas excluindo os moradores locais.
De acordo com as fotos recebidas, prevaleceu o poder financeiro de alguns e detrimento ao direto dos outros, e tem mais, a prefeitura e a sua secretaria de meio ambiente, fizeram vistas grossas e, nada fizeram pelos moradores de Arraial D’Ajuda, seus familiares e convidados, para que a passagem de ano fosse a mais feliz possível. Aliás, a secretaria de meio ambiente,m viu erguerem um muro em área ambiental e nada fez, teria de ter mandado derrubar o muro, mas como corrupção é corrupção, fazer o que né? E não é so derrubar o muro, é carregar o entulho pra bem longe,

Agora só resta uma solução, os moradores locais, enterrarem com uma ação civil pública no Ministério Público de Porto Seguro, contra os donos das barracas e a prefeitura sejam penalizados juridicamente, pelo ato, pois violaram o direito constitucional das pessoas, no ir e vir, principalmente porque as praias, não tem dono, são da UNIÃO, e depois a única entidade que pode fazer este tipo de interdição é a Marinha, dona e guardiã dos direitos constitucionais do espaço, ou seja, da costa brasileira e, como a Marinha já está buscando uma forma de tomar o espaço e fechar as devidas barracas, está na hora de começar, iniciando pelas barracas que fecharam as praias, para suas festas particulares e bem pagas, uma boa multa começaria a resolver o problema e, identificar estas barracas não vai ser tão difícil assim, basta que os referidos moradores, tenham a coragem de brigar pelos seus direitos. E o pior, para a interdição das praias, contrataram até segurança privada, o que indica que a festa rendeu muito dinheiro e a multa tem que muito poupuda, justiça onde a justiça precisa estar.
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A grande vergonha é saber que o secretario de meio ambiente mora no Arraial e passa todo dia em frente ao muro construido em area de preservação permanente na estrada da balsa, parece que querem que a gente esqueça, mais estamos de olho, como a praça vendida pelo Janio Natal.
Se passa em frente e nada faz, constitui prevaricação. Cabe acionar o Ministério Público.
https://g1.globo.com/bahia/noticia/apos-determinacao-da-justica-barraca-de-praia-e-demolida-na-ba-e-homem-que-morava-no-estabelecimento-deixa-o-local.ghtml
A barraca de praia acima foi deitada abaixo, sem dó nem piedade. Seu proprietário não tinha condições de buscar os tribunais.
Para os pequenos, só restam os canhões da Marinha; Para os grandes, liminares, conchavos e corrupção mantém barracas e complexos intactos e violando direitos coletivos em prol de uma minoria milionária.
Ação pública neles. Derrube-se tudo! Ainda existem juízes no Brasil.