
A lei aprovada pela CME de autoria do vereador Ramos Filho, que obriga as empresas de transporte e a guarda de valores, em seus cofres particulares, obriga sim, as empresas a adquirirem um local distante de residências e pontos comerciais, para evitar o OUTRO desastre acontecido na rua da Colônia, quando a Prosegur foi atracada por no mínimo 40 homens, com armas de grosso calibre, no caso uma arma militar para abate de aeronaves, armas calibre .50, rifles, granadas e bananas de dinamite, onde várias casas comerciais e residenciais amargam até hoje, os prejuízos causados, e na prefeitura no encontro entre os representantes da Prosegur e comerciantes, quando o advogado da empresa, disse alto e bom, som, que a empresa tinha seguro contra terceiros, mas a empresa não deixava pagar. Quem está disseminando esta ideia de que a lei proíbe a Prosegur na cidade, não imagina nem de perto, que estas empresas transformam as residenciais em verdadeiros escudos humanos.
Depois reclamam que vereador é para fiscalizar e fazer leis, e quando faz, todo mundo fica contra, ficar em cima do muro é que é errado, ou ficam do lado do povo ou do poder, mas os prejuízos, ninguém quer pagar.
O projeto obriga, mesmo que a Prosegur tenha adquirido outra área, que num prazo de 2 anos, a Prosegur terá de comprar uma área, implantar a sua sede, mas sem colocar em risco, residências e comércio. E esta mudança, também não afetará os empregos existentes, nem as arrecadações de tributos, os empregos continuarão, o que deverá mudar é só o endereço.
Uma outra empresa foi proibida de se estabelecer na Urbis I, porque, ficava próxima a uma escola, o co0légio Fernando Alban, um hotel, e muitas residências de todos os lados, o abuso foi tanto, que a construção já estava quase terminada e os construtores, ainda não haviam solicitado da prefeitura os documentos necessários, para a instalação da mesma no local, tanto que os fiscais interditaram a obra por falta de documentação, também neste dia, o rota51.com estava no local e a reportagem do radar64 ambos os veículos de jornalismo estiveram tanto na prefeitura como na Urbis I e mais ninguém.
Talvez o projeto não tenha sido lido por muitos, ou talvez muitos não leram as matérias expostas, quando os fatos foram reportados, talvez esta campanha, esteja sendo divulgada para evitar a sua sanção, pois assim, a vontade dos senhores do poder e do dinheiro, serão visivelmente satisfeitas, mas se o prefeito Robério não sancionar esta lei do vereador Ramos Filho, mais uma vez ele mostrará que não está do lado do povo e nem da segurança de seus munícipes, afinal do jeito que as coisas andam no município, PSF’s e o HRE sem remédios, motoristas do transporte escolar sem receber, funcionários sem receber, é bem possível que esta sanção não saia, o que será uma falta de respeito muito grande para com o povo, que já tem uma tendência em não votar na filha, deste jeito é que não vão votar mesmo.

E o dinheiro. Vai ficar difícil a circulação.. isso é uma lei de retrocesso além de ser inconstitucional amigo. Vcs querem que a Cidade de Eunápolis saia na frente com uma presepada dessas. Obrigado
Caro Fernando, acho que o nobre amigo não entendeu bem o projeto de lei, e que nos voltamos a explicar mais uma vez. O referido projeto, não impede, não quer que as empresas de transporte de valores, vão embora, mas sim, que se instalem em local distante de residências e áreas comerciais, se voce não é de Eunápolis está coberto de razão, mas se é da cidade, com certeza viu o que foi feito na tentativa ad assalto à uma dessas empresas, várias residências foram parcialmente destruídas, lojas comerciais tiveram grandes prejuízos e a empresa, disse que tem seguro contra terceiros mas que não ia pagar os prejuízos, desta forma, o projeto aprovado, é para que as empresas, se instalem em local onde a integridade de seguirança do cisdão não esteja expostas, com relação à empresa que parou a construção, poderá operar normalmente, desde que atenda os requisitos do projeto, a saber que ela ja estava praticamente quase toda construída, sem nenhum documento, obrigatório para uma construção de tal dimensão e periculosidade. O projeto quer que exista uma distancia entre a empresa e residencias e comercio, não é retrocesso segurança, imagine voce morfando na rua da Colônia e ter que reconstruir a sua casa do seu bolso, sendo que uma empresa desta foi a causadora, ela se instala assim,. para fazer das residencias um escudo humano.
Matéria tão fraca quanto a escrita do jornalista. Eu queria saber quantos bancos foram fechados devido aos assaltos no Brasil. Será que devemos por os bancos fora da cidade também? Isso deveria ser um blog, já que não retrata a realidade e sim a opinião do autor.
Caro Richard, a minha opinião é dentro do projeto de lei, e não obriga o fechamento de nenhuma empresa de transporte e guarde de valores, e sim da mudança de endereço, mas voce é muito inteligente e quer desmistificar o que leu, ou então está defendendo as empresas, a única empresa que foi proibida de instalar onde queria, é porque não tinha a documentação necessária, eles inciaram a construção e, já estava terminando, sem dar a mínima importância ás leis municipais, pagou o preço de sua prepotência. Defenda a empresa o quanto quiser, está é a minha opinião, defendo os moradores e comerciantes, que tiveram prejuízos e o advogado da empresa disse que a mesma tinha seguro contra terceiros, mas que ele não deixava pagar, o que a empresa quer é fazer dos moradores, um escudo humano, vamos brigar cont5ra isto, nem que tenhamos de buscar recursos em outros países, onde a Prosegur não faz a mesma coisa, se voce não gostar da minha matéria, do que eu escrevo então não leia meu portal de noticias, problema seu.
Caro Paulo Barbosa, não existe isso ” não deixava pagar”, quando tem cobertura de sinistro, a ação da seguradora independe da ação da segurada, qualquer um pode entrar com uma ação indenizatória, o problema em questão é o seguinte: Como vai se mudar várias empresas de segurança? Já pensou na logística e custo ? quem vai pagar isso? O Governo?? ou vai sair do bolso do cidadão?? Fácil escrever, difícil saber o que.
Caro Celso, eu estava no encontro entre os advogados da Prosegur e os prejudicados e eu fiz a pergunta a ele, ele respondeu que, a empresa tem seguro contra terceiros, mas que ele não deixava pagar, eu disse isto na matéria feita logo após a reunião, mas você tem razão, ninguém até agora quis entrar na justiça, não se sabe porque.Agora não conteste a matéria, eu estava lá, ouvi o que as outras pessoas ouviram, tinha mais imprensa, se eles não escreveram não sei porque, eu procuro fidelizar o que, ouço e fotografo.
Concordo plenamente, agora, agências bancárias, correios e lotéricas também deverão deixar as áreas residenciais e comerciais, pois todo dia ladrões explodem caixas eletrônicos, cofres de lotéricas e correios, causando enorme prejuízo aos vizinhos, existem residências que são utilizadas para que os bandidos cheguem ás paredes dos bancos, “Tudo isso é uma enorme bobagem”, o Estado tem que dar segurança para todos, crimes com explosivos deveriam ser tratados como “TERRORISMO” e os culpados condenados exemplarmente, sem diminuição de pena, visita íntima e indultos. ORDEM E PROGRESSO JÁ !!!
Sugestão para lei alternativa, com o mesmo objetivo dessa discussão:
Proibir os assaltos contra as transportadoras de valores no munícipio… razoável?
Darei outra sugestão: Faça esta sugestão ao governo federal, que não é obrigação do município, já que estes assaltos estão acontecendo em todo Brasil, mas enquanto você não fala com o governo federal, a Câmara de Vereadores, trabalha em favor do município e dos seus cidadãos, vá perguntar aos donos dos prejuízos quanto eles gastaram e estão gastando para refazerem seus imóveis e os ajuda a consertar, para depois você dar uma sugesatão infeliz desta.