O prefeito Robério determinou o asfaltamento de uma rua no Dinah Borges, a rua que foi prometido um asfaltamento ele calçou, mas acabou deixando alguns trechos inacabados e, quando chove o barro toma conta e lambuza tudo.
A rua Marrocos, a que liga o asfalto da rua do posto dos motoristas, está no chão, dois pedaços de rua com pouco mais de 150 metros, asfalta a parte de cima e a debaixo, mas o meio não tem jeito, se é por causa da licitação, então porque não faz a licitação por inteiro e, o povo acha que a culpa é e da infra estrutura, não é; é do prefeito que faz as coisas pela metade e deixa o povo atolado no barro.
A “lambuzança” que o prefeito faz em sua administração, reflete no barro das ruas, agora quer eleger a filha de qualquer jeito, e pelo esquema montado no sertão baiano, junto com Rui Costa, ela dificilmente perderá a eleição, ficará dois anos na assembleia, depois virá como candidata a prefeita de Porto Seguro, só que em Porto, ela terá um adversário que além de inteligente, é administrador, honesto, está sofrendo perseguição por conta disto, que é o administrador hoteleiro Luigi Rotunno, a mãe fraterna Cláudia Oliveira não poderá concorrer mais, é a sua 2ª reeleição, e o clã dos Oliveiras, vai continuar mandando na política do extremo sul, isto é uma verdadeira ditadura da família Oliveira, que de tantos processos, não pode mais sair da política, se sair poderá sair para outro lugar e de outra forma.
É por isto que Robério está perdendo espaço na política, e se mantendo por liminares, por não conseguir terminar o que começa, destruiu o Anésia Guimarães e Neto construiu, o HGE foi parte da Veracel, senão o hospital estaria no AMES até os dias de hoje, não continuou a construção da escola municipal Arnaldo Guerrieri, antigo Deuzuita no Dinah Borges e assim por diante, todo enrolado com a justiça e agora a federal, Robério não tanto o apoio do povo exatamente por ignorar a inteligência dos eunapolitanos. Tudo isto por um pedaço de rua, não terminado, e ele acha que o povo é tapado, nem to0dos estão calados e, nem tudo está perdido.
