Capítulo 15 Quem sou eu
As pessoas sabem tudo ou quase tudo de Deus e pouco ou nada sabe de si. Que tal passar a conhecer mais de si. Pra isso seria necessário admitir que antes da vida atual, uma outra vida aconteceu e dela nada lembramos. Dai podemos explicar o que nos acontece hoje e que ao nosso ver, nada tem haver com o nosso comportamento atual ou anteriores nesta nossa vida. Quantas vezes ouvimos pessoas dizerem: “o que foi que eu fiz!” São perguntas que nos remetem à dúvidas, sem explicações plausíveis e muitas vezes a pensar nas ações Divinas do tipo: “a gente faz um plano e Deus faz outro”. Será? Eu diria que não.
Vamos raciocinar juntos. Segundo nos ensina as sagradas escrituras (bíblia), Quando Deus nos criou, nos deu o livre arbítrio e com ele, o direito de fazermos o que quisermos à nossa vontade por livre escolha sem sua interferência. Equivale a dizer que somos livres para viver no mundo de sua criação. Só que como bom e sábio administrador, Ele criou normas, leis e regras para que os seres pudessem viver dentro de uma combinação salutar e adequada. Dentre as leis criadas, uma delas supera todas as outras em termo de abrangência e eficácia e que tem o seguinte teor: Lei de causa e efeito. Baseado nesta lei Jesus Cristo certa vez disse: “Sede o que creste” e os filósofos de plantão afirmam: “tudo que vai volta”. Os místicos determinam, “tudo gira em círculo” e muitas outras afirmações em função desta mesma sentença.
Que tal se em função de tudo isso, pudéssemos assumir total responsabilidade de nosso atos e não ocupar mais no nosso Criador com tolices como aconselha Jesus Cristo, “não usar seu santo nome em vão”. Que tal se cumpríssemos as leis que nos são disponibilizadas através das escrituras do tipo: “conheça a verdade e a verdade vos libertará”, será? Experimente fazê-lo para testar se funciona. Se funcionar, você estará no lucro e se você não o fizer, jamais poderá saber da verdade e nem saberá o que é liberdade. Muito embora exista informações filosóficas de que a liberdade não exista. Concordo com a filosofia, entretanto sentir-se livre é um estado de espírito, ai a filosofia se declina e afirmaria: Como é bom ser livre! Ou melhor, como é bom o sentimento de liberdade.
Por Jota Cruz
