
Antigamente, a gordura que era usada nas cozinhas era a gordura de porco, mais usada para quem era criador de suíno, e em menor escala para quem tinha de comprar o toucinho, fritar e fazer a gordura em casa, o uso era muito grande, e a gordura de porco, usada como conservante ainda é a melhor de todas.
Quem não guardava os torresmos, a costelinha, bucho recheado, carnes cozidas e outras variedades em casa, que não tinha quem não gostasse.
Mas com o tempo, religiosamente falando e, nada contra a religião, pois o respeito é muito grande e biblicamente falando, a gordura de porco passou a ser pouco usada e este respeito não pode e nem deve ser maculado, mas aí vem outra questão, senão vejamos; “Com a maior propaganda veio o óleo de soja, pois o de milho também já era usado e a sua marca era o óleo de milho Mazola”.
Vieram os óleos de soja, amendoim, girassol, a canola e alguns outros, mas nenhuma empresa televisiva, teve a coragem de mostrar como são feitos estes óleos, há quem diga, que existe um tipo de detergente para clarear estes óleos e que são a base de soda cáustica com baixo teor cáustico (venenoso), e por isto, de uns anos para cá, o brasileiro passou a ter gastrite, úlceras e acabou sendo acometido de outros males.

Como não sou químico, e não tenho a menor ideia de como estes óleos são feitos, me reporto a uma conversa com, um amigo que fez os questionamentos e me alertou para uma coisa; “E agora, com o milho transgênico, obra da Monsanto, uma empresa internacional que acaba mandando em todo mundo, impondo a transgenia alimentar em todo mundo e, principalmente em governos tipo “Maria vai com as outras” tipo o governo brasileiro que se dobra diante de qualquer um, e quando vamos ao supermercado, não temos o direito a escolha, temos de comprar óleo de soja ou de milho, transgênico. Antigamente o óleo de soja era soja simples e o de milho, era do velho e bom milho caboclo, mas hoje, tudo é um veneno só.
O brasileiro faz passeata contra zona azul, conta o governo de Trump que não temos nada a ver com isto, faz passeatas por qualquer coisa, mas os falsos ambientalistas, ficam calados diante da Monsanto e do óleo transgênico, bem que o brasileiro poderia ser um pouco mais patriota, volta a velha e boa gordura de porco, parar de comprar o óleo transgênico, seja de que origem for e, ajudar a preservar uma alimentação saudável, já que hoje, nutricionistas vão para as TVs, falam de uma alimentação saudável, mas nem tocam no assunto, falta coragem para enfrentar as multinacionais, falta coragem para falar a verdade, falta coragem para mostrar a verdade dos transgênicos, ou o motivo é outro?
Já passou da hora dos ambientalistas falarem sobre o assunto, mostrar os malefícios dos transgênicos, ou então embrulhar a bandeira de ambientalista, coloca-la debaixo dos braços e procurarem outro emprego, assim o brasileiro seria enganado por si só e, não com a ajuda de quem estudou para defender a vida e a saúde e, as vende por um preço bem baixo.