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Na Semana Nacional do Júri, mais um condenado por homicídio.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
22/08/2017
in Homicídios, Justiça, Notícias
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Dr. Otaviano fazendo a escolha dos jurados

Depois do rito jurídico; chamada, escolha e juramento dos jurados e a distribuição aos jurados do resumo do processo, foi feita a oitiva das testemunhas e, depois o réu. Veio a hora do almoço e, depois o início dos debates, começando pela acusação, na pessoa do promotor Dr. João Alves. Usando como peça da acusação, o processo em que o denunciado pelo Ministério Público, o jovem Augusto Henrique dos Santos Silva 21, natural de Camacã.

Augusto chegando ao fórum para julgamento

Augusto, para os policiais que o prenderam ainda dentro da casa, disse que no dia 24/07/2014, por volta das 21hs39m, assassinou com 3 tiros o professor e construtor, Antônio Ubaldo Gonçalves da Silva, dentro de sua própria residência à rua Alexandria 770, bairro Dinah Borges. Preso em flagrante Augusto confessou o crime, entregou o local onde havia escondido o revolver, e levado para a delegacia, ao ser ouvido, reafirmou o homicídio, disse que havia ido à casa de Ubaldo levar um Curriculum para servente de pedreiro e, que depois da vítima faze-lo entrar em casa, o assediou e armado com um revólver, tentou manter relações sexuais com ele e, em uma luta corporal tomou a arma, um revólver calibre 32 e disparou contra Ubaldo matando com 3 disparos.

A defesa em pé de igualdade juridica
A defesa diz que o réu é vítima e inocente ao mesmo tempo

Foram arroladas 3 testemunhas de defesa, quando disseram que há muito vinham sendo assediados sexualmente por Ubaldo, foi o que falaram para o juiz presidente do júri MM Dr. Otaviano Sobrinho, para o promotor e as advogadas de defesa, que vieram de Itabuna exatamente para defender o réu. O réu também falou para todos em mais este depoimento, que também era assediado por Ubaldo.

Atuando na acusação, o promotor Dr. João, mostrou para os jurados a forma covarde como Ubaldo foi assassinado, pois em seu depoimento, Augusto disse que tinha ido na casa de Ubaldo levar um curriculum para servente de pedreiro, e que Ubaldo fez de tudo para ele entrar em casa e depois, já dentro da residência, Ubaldo o assediou, usando uma arma e, na luta corporal, ele tomou a arma e atirou matando Ubaldo, mas o promotor disse que não foi nada disto, esta “estória”, foi bem diferente.

Dr. João Alves na acusação

Dr. João mostrou que Augusto era um parasita, que vivia do dinheiro de Ubaldo, e que Ubaldo, sempre o tratava muito bem, e que neste dia, Ubaldo estava cozinhando padra Augusto, mas este sabia que Ubaldo, tinha feito uma venda e que tinha recebido 106 mil reais, vindo daí o motivo do assassinato. Depois de ouvirem gritos de socorro, vizinhos chamaram a polícia que chegou no local do homicídio e prendeu em flagrante Augusto que não negou o crime e ainda mostrou onde havia escondido a arma. Augusto havia disparado o 1º tiro no ombro direito de Ubaldo, e depois mais 2 tiros na cabeça, como se a vítima tivesse sido colocada de joelhos recebido os tiros de cima para baixo.  Dr. João disse que as testemunhas mentiram, e usou um pensamento dizendo “que gambá cheira outro”, pois tanto as testemunhas quanto o réu, contaram um monte de mentiras e, que o réu cometeu um crime duplamente qualificado, por motivo torpe e sem dar à vítima chances de defesa.

Depois veio a vez das advogadas de defesa, que na realidade também são professoras de direito penal, e utilizaram todos os argumentos possíveis, para tentarem desqualificar o crime, como sendo legítima defesa e, que o promotor, queria a todo custo incriminar o réu, imputando-lhe o fato deste querer roubar o dinheiro da vítima, mas a grana estava no banco, a defesa argumentou que, se ele mantinha um relacionamento amoroso com a vítima, nada demais tentar gastarem junto o dinheiro, e que isto não qualificava como sendo uma tentativa de roubo.

Foram duas as advogadas de defesa, e cada uma ao seu tempo, falaram e mostraram aos jurados que na realidade a vítima era Augusto e não Ubaldo, criticou o fato de Dr. João ter mencionado o fato de Ubaldo ser homossexual, dizendo que “pobre Eunápolis” pelo fato da discriminação pessoal. Na realidade, a defesa, buscou de todas as formas, evitar que o réu fosse condenado, e que a legítima defesa era o caminho mais curto para a absolvição do réu.

Dr. Fabrício do outro lado da mesa, agora na acusação

Na réplica, veio como assistente de acusação o advogado Dr. Fabrício Ghill Frieber, que sempre atuando na defesa, neste júri, foi alvo de admiração pela troca de lugar, deixar a defesa e ser assistente de acusação, sustentando a tese da acusação, Dr. Fabrício mostrou mais uma vez o lugar onde os tiros entraram, e junto com a promotoria, pediu a condenação do réu, depois veio Dr. João, dando conta de que as advogadas embora fossem professoras, sabiam muito bem das mentiras do réu e das testemunhas e, mostrou aos jurados, que embora um revólver calibre 32 não seja uma arma de grande impacto, o réu utilizou projéteis especiais, ou seja, “balas ponta oca, holler point, ou antigamente chamadas balas Dum Dum”, isto pelo fato deste tipo de munição dobra o poder de fogo da arma e, sobre tudo como Augusto falou que entrou em luta corporal com Ubaldo, pelo fato de uma bala ter picotado” ele não foi atingido, Dr. João mostrou que o revolver tinha 6 projéteis, 3 disparados e 3 intactas, mas que nenhuma das intactas tinha o famoso “picote” ou seja, por defeito na espoleta, não houve o disparo. Desde que o rotga51.com tem reportado todos os julgamento, é a 1ª vez que a acusação tem um assistente, duas “feras” do esmo lado.

Logo após veio a tréplica, as advogadas, falaram pouco e não utilizaram a hora prevista, mas diga-se de passagem as duas advogadas, as Dras. Alessandra Carvalho e Lara kauark, fizeram um trabalho de excelência, profundas conhecedoras do direito criminal, fizeram o possível e o impossível para inocentar o réu imputando-lhe “legítima defesa”, mas elas embora competentíssimas, não esperavam encontrar pela frente duas “feras” como o promotor Dr. João Alves e seu assistente Dr. Fabrício, Sendo que Dr, Fabrício,  é um dos melhores advogados na área criminal e quando se encontram no plenário do júri, as discussões são as mais acaloradas, mas todos fizeram um excelente trabalho, embora Dr. João e Dr. Fabrício sempre zelam pela justiça, inegavelmente, são excelentes operadores do direito.

Dr Otaviano prolatando a sentença

Depois de todos ficarem por mais de 1 hora na sala secreta e terminada a votação o presidente do tribunal de júri em Eunápolis, Dr. Otaviano leu a sentença, quando o réu Augusto Henrique dos Santos, recebeu a pena de 15 anos e 9 meses em regime fechado, tendo cumprido 3 anos, dentro em breve estará na rua.

Como estamos na Semana Nacional do Júri, até 6ª feira, novos julgamentos estarão sendo reportados exclusivamente pelo rota51.com que em sua transmissão ao vivo, nesta 3ª feira somou mais de 17.133 mil visualizações, com o trabalho da jornalista e colaboradora Alinne Werneck, a exclusividade se deve a gentileza e a aquiescência do MM juiz Dr Otaviano Sobrinho, que permite ao rota51 levar à sociedade, que em Eunápolis a justiça sempre é feita com justiça e é isto que a sociedade precisa ver e saber.




































 

Paulo Barbosa

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Comments 2

  1. maria das gracas costa vaz says:
    8 anos atrás

    na semana nacional do juri houve quantas audiencias mesmo em eunapolis bahia,1?piada ne ?E essa e porque o cara era supostamente mais importante do que os outros por ser empresario?por que tem crimes com muito mais tempo de acontecido ,que os criminosos sequer estao presos e nada acontece .e pra ingles ve.o cinismo em todos os orgaos desse pais e em especial nessa terra de ninguem e de uma indgnidade absurda.

    Responder
  2. Sandro Bahia says:
    8 anos atrás

    Não senhora. Esse vagabundo foi julgado porque matou um homem de bem. Além disso, estava preso em flagrante delito, nestes casos o julgamento deve ser feito o quanto antes, conforme previsto na legislação brasileira.
    Sendo assim, a vítima não tem culpa do processo correr dentro de um prazo aceitável, pelo contrário, respeite a dor de familiares e amigos, pois já sofremos muito com todo ocorrido. Antônio Ubaldo era uma pessoa amável, incapaz de fazer mal a qualquer pessoa.

    Responder

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