Tudo começou como de costume, leitura de um versículo bíblico, a oração do dia, leitura da da sessão anterior lida pelo diretor legislativo Milton Guerreiro, o que aliás pra quem não sabe, é um guerreiro dentro da câmara, sempre cobrindo as incompetências rotineiras, não porque ele fala, mas é o que a reportagem do rota51.com vê, observa e comenta a alhures, depois da ata aprovada, foi lida a Ordem do Dia, contendo as indicações e projetos.
Na sessão desta 5ª feira 10/03, a APLB sindicato, esteve mais uma vez presente, sempre na busca de que projetos e indicações que prestigie a classe, seja votada e aprovada, mas alguns professores querem mais, e começam a tumultuar a sessão, sendo o presidente Jorge Maécio, teve de suar a sua autoridade e suspender a sessão por 10 minutos, para que alguns professores, que buscam ensinar, principalmente a educação, não teve a paciência de mostrar a educação própria e privilegiada, por isto a sessão teve de ser suspensa, e uma professora teve de ser acalmada quase que à força, pelos próprios companheiros.

Todo tumulto foi por causa de um aumento, que está por vir, mas que o projeto ainda não chegou até a mesa da câmara, e depois ainda tem a questão de; se a prefeita vai ser afastada ou não, estra denuncia também não chegou até a CME, mas corre a “boca solta” a questão do “zico”, sabem como é, por isto a coisa ficou meio que esquisita na sessão desta 5ª feira, mas depois da suspensão da sessão, a coisa melhorou muito e, veio então os discursos e debates.

Ainda na CME, a reportagem do rota51.com esteve com Charles, que retorna ao setor de comunicação da prefeitura; o secretário de esporte Leandro Lima também se fez presente no plenário; a secretária de agricultura, Eliane Menezes, também se fez presente; outro secretário presente foi Luiz Carrilho da infraestrutura.

Nos discursos, que voltaram a ser proferidos da tribuna e não das cadeiras, falou o vereador Renato Bromochenkel, que de início começou batendo no projeto da prefeita, que admite mais 400 cargos no executivo, e que com isto aumenta ainda mais a folha de pagamento, nas contas do vereador Renato, ao onerar a folha a coisa fica mais incompreensível. Depois o vereador Renato falou do descrédito da classe política, e que a fiscalização depende do vereador, o vereador criticou as despesas e, terminou falando dos pedidos de afastamento da prefeita, sendo que um deles é da OAB, e que caberá ao legislativo apreciar os pedidos.

O vereador Francis, mais uma vez, mais uma vez, bateu de com força na prefeita, falando de um gasto de 400 milhões, e no final mandou a prefeita “tomar vergonha na cara”, o que é meio esquisito. Depois criticou a UTI, os postos de saúde, e o HRE e terminou pedindo respeito aos professores.

O vereador Tiago Mota, dentro de sua peculiaridade, e educadamente, se dirigiu a todos, fazendo um discurso sóbrio, mas com endereço certo, já que ele também é um educador e, por isto, suas reflexões são muito diretas, foi um dos melhores discursos da referida sessão. Falou que é preciso que haja um entendimento entre os poderes, para que a educação caminhe no rumo certo e, que espera que a pessoa e3dcolhida para a secretária de educação, seja uma pessoa conhecedora da pasta e que faça o melhor pela educação na cidade.

O vereador Zé Carlos, falou das melhorias salariais, se dirigiu à presidente da APLB, prof. Jovita, dando conta de sua ex esposa ser professora, e que defende os professores com respeito e, que diante desta situação, a prefeita Cordélia, ê uma resposta positiva, a toda esta situação e, que acabe toda esta politicagem. Ao começar a ser vaiado, pelos professores presentes, Zé Carlos pediu educação dos educadores, e falou que fosse formada uma comissão de professores e vereadores, para irem falar com a prefeita tão logo ela retorne a cidade, depois falou da prestação de contas do município, e que no momento da apresentação, quase ninguém participou do evento.
Diante de tanto tumulto, o presidente da CME, Jorge Maécio, ameaçou a suspender a sessão, pedindo o respeito do público presente. Jorge Maécio ameaçou inclusive manda evacuar o plenário e continua a sessão com o auditório vazio.

O presidente da CME Jorge Maécio, fez um discurso, onde mostrou as “fake News”, em torno dos eu nome, pois todo mundo agora quer encontrar um “bode expiatório”, pra tudo que acontece, Jorge Maécio rechaçou as postagens que ele selecionou, dando conta de que o que faz, faz com transparência e que não tem nada a esconder.
Artur Dapé, falou do Dia Internacional da Mulher, das negociações que ajudou a fazer para que a distribuidora de remédios se instalasse na cidade, no distrito industrial, mas que, por ser de responsabilidade do governo do estado, a burocracia impede que muitas entidades que, possam dar à cidade empregos diretos, ainda sofrem com a burocracia estatal. Com relação aos professores, disse que tem mãe e tia professoras e, que estará do lado delas sempre que tiver necessidade.

Pedro Queiros, falou da sua liberdade de expressão, que tem liberdade de opinar, e que tem recebido pressão de algumas alas da sociedade, mas que é parceiro, sem obedecer a pressões, e que sua liberdade de expressão e que são próprias e particulares.
Depois em uma sessão extraordinária, os vereadores aprovaram o aumento salarial, dos funcionários da câmara e, não dos vereadores, este aumento está no regimento e dentro da lei, portanto, não há o que se comentar e nem criticar. O presidente da CME, vereador Jorge Maécio, ao término desta sessão, convidou a todos para uma nova sessão, na próxima 5ª feira, 17 de março, às 08hs e 30m, do dia 17/03, na CME, bairro Dinah Borges.

















































