
Lauro: População faz panelaço contra João Leão e Márcio Paiva e pede saída do prefeito
A população de Lauro de Freitas fez panelaço contra o vice-governador João Leão; o prefeito do município, Márcio Paiva; e o deputado federal Cacá Leão – todos do PP -, durante assinatura de empréstimo de R$ 17 milhões com a Desembahia para asfaltar algumas ruas da cidade. Os moradores do municípios ainda vaiaram os políticos e pediram a saída do prefeito. O protesto foi motivado pela existência de ruas que constam como pavimentadas no sistema da Prefeitura, mas que na verdade não estão. O recurso do empréstimo assinado na última sexta-feira (22), na Câmara de Vereadores da cidade, contempla apenas as ruas que estão no contrato. De acordo com o leitor Mauro Cardim, que registrou o momento do protesto, as pessoas pediram a intervenção do Ministério Público para saber qual foi o destino dos recursos que deviam ser utilizados para asfaltar as ruas da cidade. Cardim acrescentou que os contratos vêm desde a gestão anterior, na época da ex-prefeita Moema Gramacho (PT). “O prefeito tentou falar, mas a população não deixou que ele falasse nada. Ele pegava o microfone, o pessoal gritava”, relatou Cardim. (matéria do bahianoticias.com.br)
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) criticou neste sábado (23) o corte de despesas federais anunciado pelo governo Dilma Rousseff. Para ele, o bloqueio de R$ 69,9 bilhões em gastos públicos, incluindo investimentos, demonstra que o país é mal governado. “A situação fiscal é de tal maneira difícil, e foi consequência de erros dos governos, que agora, com esse corte, o governo está pagando seus próprios pecados e vai ter que tomar medidas de contenção, como está tomando”, disse o ex-presidente, após participar de seminário em universidade particular de Brasília. O líder tucano fez questão de destacar que o corte do orçamento foi uma medida necessária, porém ingrata, para resolver a grave situação fiscal do País. “Qual é a critica que eu posso fazer? Não é à contenção. É que há uma espécie de operação sem anestesia. Quando você faz uma contenção fiscal você tem que explicar ao País o que vem depois, para quê você faz, qual a esperança, qual o horizonte. E agora nós só estamos vendo nuvem negra. Aí as pessoas ficam irritadas e não aceitam” disse Fernando Henrique aos jornalistas. O corte de despesas aplicado por Dilma foi o maior realizado em orçamentos federais desde que o PT chegou ao poder, em 2003. Foram cortados R$ 25,7 bilhões em investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), onde estão incluídos quase R$ 7 bilhões em cortes no programa Minha Casa, Minha Vida. De acordo com FHC, a ação penal que seu partido, o PSDB, vai perpetrar na Procuradoria Geral da República (PGR) na próxima terça-feira contra o governo Dilma por conta das “pedaladas fiscais”, pode ter um encaminhamento positivo. “O que houve de pedalada fiscal é contra a lei de responsabilidade fiscal. Não tenha dúvida que é. E houve abundantemente e isso pode ser crime”, afirmou FHC.

No entanto, um processo de impeachment necessita de “provas cabais”, indicando, portanto, que elas ainda não surgiram. “Eu nunca vi que o PSDB como tal tivesse dito: ‘eu sou pró-impeachment da presidente Dilma’. Houve tendência aqui, tendência ali”, disse FHC. O ex-presidente foi aplaudido pelos alunos após pedir a união em torno de um projeto que permita ao País superar a crise política e econômica. Mas em seguida fez questão de ressaltar que não estava pedindo apoio ou adesão ao governo Dilma Rousseff. “Não vou aderir ao governo Dilma, cada um no seu canto”, disse o ex-presidente, que governou o Brasil de 1995 a 2002. “Não está claro se vamos pegar um caminho certo. Estou sentindo a falta de liderança, a falta de determinação para panelaço, Desembahia, fazer alguma convergência. Quando falo disso, sou criticado porque estou querendo aderir ao governo da Dilma. Estou falando de convergência nacional. Pode ficar cada um no seu canto”, disse FHC. (matéria do bahianoticias.com.br)
Governo Federal corta o dinheiro da saúde e ainda tem gente que defende.

O vereador Lucas leite, ferrenho defensor do governo Dilma, mais do PT partido que é filiado há muitos anos, e de elogiável eloquência, é um dos vereadores de maior projeção política na região, pois foi o único a denunciar os desmandos de Robério Oliveira, na compra de adubos para os canteiros da cidade e acabou sendo tirado da Câmara, mas depois por competência acabou sendo eleito e desta forma so Deus e ele podem retira-lo da CME, porém com o corte de recursos que o governo Dilma está fazendo, vai dificultar para a saúde de Eunápolis e, isto poderá trazer prejuízos para o edil, quando a saúde da cidade ficar pior ainda, pois se realmente alguns hospitais fecharem como disse Raul Molina, acredita-se que cidades como Itapebi, Itagimirim, Itabela, Guaratinga e outras enviarão diretamente para Eunápolis os seus doentes, pois nestes hospitais os atendimentos poderão ficar muito restritos, e é nesta hora que o prefeito Neto terá de falar e, a imprensa divulgado estes fatos, como Lucas Leite irá defender o seu partido e seu governo? (Por: rota51.com)
