Na sessão desta 5ª feira 28/08, a pauta do dia constou de vários projetos de lei a serem estudados e observados para posterior votação e, dentre eles o veto de 3 projetos já aprovados e a procuradoria da prefeitura achou por bem, solicitar o veto dos mesmos. Constou de 2 projetos de lei e 11 indicações, que foram votadas em bloco e aprovadas pelos vereadores presentes, apenas duas indicações, uma da vereadora Arilma Rodrigues e outro do vereador Adriano Cardoso, que por estarem ausentes desta sessão, não puderam ser votadas.
Nesta sessão, a CME recebeu a visita do advogado Dr. Leonardo Maia, que cumprimentou a todos de forma muito simpática, Dr. Leonardo é filho do Secretário Alick Maia.
Tanto no pequeno expediente quanto no grande expediente falaram os vereadores Rogério Astória que em seu tempo, argumentou que tem recebido várias denúncias de cidadãos inclusive vídeos, que segundo ele, fala do descaso da atual administração par com alguns bairros da cidade. Segundo o vereador, ele já enviou vários ofícios a algumas secretaria e tudo continua no mesmo, como por exemplo a iluminação pública, que 8 mil postes as escuras, na saúde a lotação do HRE, onde ele esteve e pode comprovar pessoalmente a situação, Segundo o vereador a saúde, a educação, infra estrutura, transporte público, precisam urgentemente tomarem uma posição administrativa, criticou o trânsito da cidade, incluindo as BRS 101 e 367, de acordo com o vereador, a propaganda exibidas nas rádios, não condizem com a situação administrativa da cidade.
A vereadora Carmem Lúcia, falou do bairro Vivendas Costa Azul, onde reside e, que agora a Associação dos Moradores do referido bairro, a AMOVI, através de sua presidente Fernanda Basilio, e Rebeca Colombi Taylor, estiveram presentes na sessão desta 5ª feira, e foram citadas, como forma de poderem fazer solicitações ao executivo, para realizar as melhorias necessárias.
A vereadora Carmem Lúcia, falou aos demais pares sobre a necessidade de transformar a associação em Utilidade Pública, para que as solicitações tenham mais força junto ao executivo municipal. A vereadora Carmem falou à reportagem do rota51.com com relação à sua fala e com as representantes da AMOVI.
O vereador Jorge Maécio, fez da tribuna uma denúncia muito grave, em relação à distribuição de medicamentos populares, quando medicamentos são entregues graciosamente a portadores de doenças crônicas como diabetes dentre outras. Jorge Maécio também falou sobre diversos assuntos de interesse do município, como por exemplo educação, saúde, trânsito e transportes, disse que se a cidade tivesse 10% do Pedrão que foi o melhor da Bahia e de todos os tempos a cidade estaria em outro patamar administrativo e que em 30 dias tudo foi arranjado primorosamente para o Pedrão, e que o resto está apenas engatinhado. Em aparte o vereador Rogério Astória, comentou sobre a situação e disse que a prefeitura recebe em média todo mês, em torno de 50 milhões de reais, que a coisa poderia estar bem melhor. O mais engraçado é que as críticas ao prefeito Robério acontecem claramente e o líder do governo, vereador Negão da Água, não faz um comentário que vise defender o atual chefe do executivo, ou não está prestando atenção ou então, está recebendo ordens para ficar calado, enquanto isto as críticas se tornam mais acentuadas.
Nova sessão da Câmara Municipal de Vereadores, na próxima 5ª feira 04/09, às 08hs 30m, na CME av Artulino Ribeiro bairro Dinah Borges.
Ao final da sessão o vereador Jorge Maécio concedeu ao rota51.com, uma entrevista falando sobre a farmácia popular e a distribuição de remédios.
Nesta 5ª feira, a sessão teve inicio logo após o diretor legislativo Milton Guerreiro ler a ata da sessão anterior e em seguida, pela ausência do vereador Pedro Queiroz, a Ordem do Dia, foi apresentada pela vereadora Carmem Lúcia.
Gostaria muito que algum vereador desses olhassem para as cozinheiras das escolas públicas e ouvissem o clamor delas para receber um direito que é concedido por lei e a administração se recusa a pagar,esse direito chama-se adicional de periculosidade, as auxiliar de serviços gerais das escolas já estão recebendo o adicional de insalubridade, porém as cozinheiras ainda não, é é só passar um dia dentre de uma cozinha de escola que é nítido perceber os perigos há, como o caso que aconteceu nesse mês numa escola do ponto Maneca ,onde uma panela de pressão explodiu e feriu a cozinheira,são vários os casos como esse que fica escondido, sem contar com a inalação de gás, sim porque o gás escapa na maioria das escolas pois as mangueiras são inadequadas para fogão industrial, também tem as queimaduras que são frequentes e várias outras coisas, vcs do site também poderia fazer uma sondagem nas escolas e conversar com essas profissionais e quem sabe fazer uma matéria, fica a dica.