Nos últimos anos o Hospital Regional tem sido a maior decepção na saúde de Eunápolis, tem sido alvo das mais variadas críticas, e talvez a pior referência em saúde dos últimos anos.
Ainda nos primeiros anos de governo de Robério Oliveira, o regional foi totalmente destruído para que um novo hospital fosse erguido e pudesse dar aos eunapolitanos e pacientes de cidades adjacentes, a maior e melhor referência em atendimento de saúde do extremo sul da Bahia, ficando por longos 3 anos, abrigado pelo Hospital Ames, arte que enfim, ele foi retornado a antiga casa e começou a atender a todo mundo, mas por pouco tempo, chegando agora, com pacientes dormindo no chão, em cima de papelão, esperando atendimento, isto incluindo os idosos, que não tiverem o atendimento de referência de acordo com o estatuto do idoso e deficientes.
Mas o Hospital Regional era atendido pelo Estado, ou seja, era uma unidade hospitalar mantida pelo estado, mas foi na gestão do então prefeito Paulo Dapé que o HRE foi regionalizado, ou seja foi municipalizado, passando ser responsabilidade da prefeitura Municipal de Eunápolis, e até hoje não se sabe porque Paulo Dapé teve esta brilhante ideia, a partir daí, o HRE, foi uma decepção pra todo mundo, até mesmo para alguns médicos que acabaram desistindo de atender a referida unidade hospitalar por falta de muita coisa, inclusive medicamentos e insumos, quando pessoas tiverem a pedidos, a doação de medicamentos e insumos, quer dizer, material hospitalar, que foi doado pelo então vereador e diretor do Hospital Ramos, Jose Ramos Filho, que fez várias e diversas doações, que o HRE não tinha para os referidos atendimentos. Até o IML também esteve em situação “precaríssima”, pois os mortos de Eunápolis tinham de sere periciados em Porto Seguro, e isto custava á época entre 400 e 500 cruzeiros por pessoa, e que, para muitas familias era praticamente impossivel, esse translado, até aque de tantas cobranças, a coisa foi resolvida.
Onde Cordélia entra nisso…
Pois é, em sua campanha eleitoral, Cordélia pregou uma nova administração, mais honesta, mais proba e totalmente voltada para os eunapolitanos, vai ser difícil, pois mesmo com uma equipe de transição, devido a doença do esposo Paulo Dapé, ela teve de se ausentar, o que torna mais difícil ainda, e se disser que não, vai deixar uma ponta de dúvidas. Mas embora impossibilitados de se candidatarem e terem se tornado inelegíveis, por improbidade administrativa, Cordélia terá a orientação de Paulo Dapé seu esposo e do enteado Junior Dapé. O que Cordélia não poderá abrigar em seu governo são pessoas irresponsáveis, e principalmente secretários, como Robério teve, com uma visão administrativa totalmente voltada para eles mesmos.
Até o momento, Cordélia escolheu excelentes pessoas para o seu secretariado, como Arnaldo Vianna dentre outros, com uma visão totalmente voltada para uma administração íntegra e regionalizada. Cordélia, não poderá deixar se levar pelo “toma lá, dá cá”, ação criada por vereadores inescrupulosos que mesmo sendo amados pelos moradores do seu bairro, podem não corresponder como legisladores, o rota51.com vai estar de olho, na competência de cada uma, embora algumas figurinhas sejam carimbadas e velhas raposas legislativas e, já conhecidas do rota51, este site vai reportar da melhor maneira possível, tudo que passar na Câmara de Vereadores.
Cordélia terá pela frente, uma administração muito difícil, até colocar a casa em ordem, e tudo que ela encontrar de errado, terá de mostrar à sociedade tudo através da imprensa, porque se ela ocultar alguma coisa, poderá ter no futuro problemas irreversíveis e não terá como voltar atrás e se responsabilizara por tudo que não fizer, talvez não por ela, mas por problemas encontrados e que ela mesma ocultou, se tornando estes, um prego na sandália em seu calcanhar de Aquiles, ou seja, no calcanhar de Cordélia. Tudo irá depender dela, ou se quem ela colocar ao seu lado, veremos que o futuro está bem próximo.
