Depois da leitura bíblica e da oração do dia, foi lida a ata da sessão anterior que sem contestações foi aprovada, e em seguida o 1º secretário Artur Dapé, leu a Ordem do Dia com as matérias a serem apresentadas e as que deveriam ser votadas na sessão desta 5ª feira, em seguida foi feito o intervalo regimental e em seguida seguiu a sessão.
A tribuna foi usada, na forma de tribuna livre pela Pastora Eliane dias, que falou sobre a sua igreja, Ministério da Renovação, que recebeu o título de “Utilidade Pública”. A pastora disse que é uma igreja sem fins lucrativos e a indicação foi aprovada.
Como não houve o pequeno expediente, foi feito o grande expediente com os pronunciamentos dos vereadores, começando por Tó do Cavaco, que pediu que fosse colocado um semáforo entre o Atacadão e Posto Verão, para evitar acidentes que comummente estão acontecendo no local. O vereador na tribuna pediu ajuda do município, das autoridades e até mesmo sugeriu um pedido de apoio ao judiciário, porém o vereador ao ter este “lampejo” de preocupação com os acidentes da BR 367, o que é uma preocupação séria, poderá pedir também que as autoridades tomem providencias em relação ao trânsito da cidade, com carros e motos na contra mão, excesso de velocidade, porque no local indicado pelo vereador, é de responsabilidade do DENIT.

A vereadora Carmem Lúcia, na tribuna, defendeu os aumentos de impostos, dando conta de projetos federais e que, são necessários estes aumentos, para melhorar a manutenção da cidade. Carmem Lúcia leu decretos federais que, embasam as solicitações municipais. Carmem Lúcia ainda em seu discurso, solicitou a presença do responsável pelo setor de tributos Marco Braga, para que ele fosse à câmara dar as devidas explicações, sobre as cobranças. Carmem Lúcia citou a LRF “Lei de Reponsabilidade Fiscal”, que referenda as referidas cobranças, porém Carmem, disse que para estas cobranças, haverá um estudo que para viabilizar o perdão, as não cobrança, por famílias de baixa renda, estas famílias ficarão isentas das cobranças.

Porém, embora sejam apenas decretos que deverão ser votados na próxima semana, nesta 5ª feira eles foram apenas apresentados, mas as discussões foram acirradas, começando com o vereador Renato Bromochenkel, que mesmo o dando conta de que, de acordo com as informações que obteve, são decretos abusivos, ele disse que, se por ventura, ele estiver errado, dará o braço ao torcer, mas que até o momento, ele acha que esta cobrança é indevida, e que estes impostos, seria justo se; Eunápolis tivesse esgotamento sanitário e rede pluvial, mas não tem e a cobrança de taxa para a coleta de lixo, também não tem uma justificativa plausível para a aprovação dos projetos. Renato também voltou a criticar a empresa que faz o transporte escolar, dando conta de que a prefeitura está cumprindo o contrato, realizando os pagamentos em dia quer não se admite que o contrato seja quebrado, simplesmente por vontade da empresa. De acordo com o vereador a empresa Cabrália Construtora Ltda, porém este descaso com o transporte escolar está causando problemas para população escolar e muita gente, já pede a quebre de contrato.

Pedro Queiroz, também seguindo os mesmos passos do vereador Bromochenkel, criticou os projetos 27 e 29, que altera os valores da TIP, agora COSIPE e TCL Taxa de coleta de Lixo. Pedro criticou também a falta de transportes escolares a greve dos professores e fez menção a algumas leia que são cumpridas e outras não.

Já o vereador Tiago Mota, pediu à prefeita Cordélia Torres, que isentasse o IPTU às famílias que tiveram suas casas destruídas ou prejudicadas pelas fortes chuvas que caíram mais recentemente na cidade. Depois o vereador leu um ofício recebido pela secretaria de Educação que versava sobre o problema dos transportes escolares. Como professor, Tiago Mota junto aos demais vereadores, faz coro, para que esta situação termine o mais breve possível, pois, o ano de 2022 já está totalmente perdido, primeiro pela greve dos professores, pela pandemia e, depois pela falta de transportes escolares.

Artur Dapé, depois elogiou a presença das farmácias indiana na cidade, que geram mais de 300 empregos diretos, como sendo uma empresa em franco crescimento, mas não disse que, com isto, praticamente acabou com as demais farmácias que já estavam no mercado há mais de 10 anos, é claro que não existe nada que impeça o crescimento de uma empresa, mesmo que às custas da falência de outras, depois falou dos professores, do processo seletivo e que está pessoalmente preocupado com a situação e que comprou para si esta briga, e que nos próximos dias, a situação terá uma solução altamente positiva. Na realidade só sobraram as farmácias dos bairros, por que as do centro, foram todas engolidas.



















