Como todo brasileiro, às vezes volto meus pensamentos há alguns anos atrás, e ao mesmo tempo, comparo-o aos dias atuais, senão vejamos: Não se pode falar a verdade, diz3em que quem fala a verdade não merece castigo, mas são os mais castigados. A imprensa que deveria falar a verdade, só fala a verdade, quando defende o seu lado, mas quando se fala ao contrário, é punida. Muitos pseudos jornalistas, que vivem de aparência profissional, defendem o que lhes proporciona valores, do resto, é só fachada, máscara, mas jornalismo mesmo, passou longe, e são poucos os que sabem fazer esta diferença.
Resolvi escrever este editorial, depois de ver um filme chamado “O PACIENTE”. e vendo este filme, pude relembrar uma das histórias mais tétricas e mentirosas deste país.
Depois de ter sido eleito o primeiro presidente, no pós regime militar, o então ex governador de Minas Gerais, Tancredo Neves, foi eleito, mas não chegou a ser presidente de fato, não chegou a ser empossado, não recebeu a faixa de presidente, acometido de um mal súbito, acabou sofrendo 3 intervenções cirúrgicas e acabou falecendo, se ele faleceu antes de ser empossado, antes de receber a faixa presidencial, se antes de assinar o termo de posse, ele faleceu, ele não foi presidente, mas José Sarney, foi empossada presidente de alguém só tinha sido eleito, mas não empossado, e esta foi uma das maiores mentiras que o Brasil viveu e o brasileiro aceitou, afinal, verdades não podem ser ditas. Sarney só era o vice de Tancredo Neves.
Quem poderia ter contado a verdade, foi o jornalista Antônio Brito, mas acredita-se que não o deixaram falar a verdade, e este é o Brasil, que pelas mentiras contadas, pelos fatos ocultos, pelas verdades não ditas, é que este Brasil, bem brasileiro, vem dando errado, até quando os brasileiros vão permitir que isto aconteça, pra quem já tem uma certa idade, sabe que não tem mais jeito, mas até quando, vão deixar que contem mentiras para nossos filhos.
O filme O PACIENTE, conta a história, que muitos ainda tentam esconder.