que o poder aquisitivo começou a explorar terras indígenas, que as várias tribos de índios da costa do descobrimento, tentam na justiça, evitar a desapropriação de suas terras, para fazendeiros da região.
Cada um diz ser dono, mas na realidade, quando Cabral chegou ao Brasil já encontrou na região Porto Seguro e Cabrália, as várias tribos espalhadas pela região. Mas a ganancia pelo turismo, acaba tentando empurrar os índios e seus familiares para o mais longe possível da costa do descobrimento, para ceder lugar, à quem quer apenas ter sem ter que adquirir financeiramente, o que desejam, e é justamente na justiça federal, que esta situação se desenrola.
A reportagem do rota51.com, conversou com os advogados Drs. Adan Cohen Poleto, que cuida do processo da região da Lagoa Doce de 2024, e Gutemberg Passos que cuida do processo da Aldeia Gravatá desde 2011.
Depois, a reportagem falou com Suzana Oliveira, que além de indigenista, é a procuradora da família Braz, na reportagem Suzana, faz um relato sucinto de toda a situação. Porém, a audiência que deveria acontecer nesta 3ª feira 22/10, foi cancelada, ficando então para amanhã, 4ª feira 23/10, na Justiça federal. Ouçam a reportagem:


























