Integrantes do movimento de acampados do acampamento 3 de julho estiveram na CME, junto do tesoureiro João Wolkmaker e o secretário Reis, para buscarem apoio, ao projeto que eles tem em mente e dentre eles, o mais importante, é o reconhecimento de Utilidade Pública, para que eles ganhem o direito de comercializar na cidade, em mercados e feiras, os produtos produzidos pela agricultura familiar no acampamento 3 de julho.
Ao todo são 87 famílias em 3 alqueires de terras produtivas, e para cada família, deverão ser distribuídas 5 tarefas ou 2 ha, A saber que no referido acampamento, existem um grande número de idosos, que não encontram mais trabalho na cidade, então o campo é a saída honrosa para quem sempre viveu no campo e do campo.
De acordo com o presidente da Associação 3 de julho, Raimundo Libertino dos Santos, o que eles querem é a liberação total da área, uma farinheira, e vão aguardar pela promessa de luta do deputado Jânio Natal, pelo programa do governo “luz para todos” e, um trator, para que a terra possa ser beneficiada com mais rapidez e, com isto o plantio possa ser mais rápido.
