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Aconteceu o 1º júri, na nova Casa de Justiça.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
11/11/2024
in Administração, Capa, Destaque, Especial, Eunápolis, Gente, Infra Estrutura, Justiça, Notícias, Segurança
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Depois que terminou a construção do novo prédio de justiça de Eunápolis, neste dia 11/11/2024, o primeiro julgamento, onde estiveram sentados os irmãos Ednaldo e Reinaldo, Dado e Rena, e Leonardo Silva Damasceno, acusados de mandantes e executor do crime de morte, em que foi morto Fernando Lima Santos no bairro Antares, em 07/06/2015.

O juiz, é o MM Dr Otaviano Sobrinho, na acusação o promotor Dr Dinalmari Mendonça Messias, tendo como assistente a estagiária Dra. Michelle Oliveira Passos e, na defesa dos réus, os Drs. Marcelo Brito, Jadde Ladeira Luciano Bandeira Pontes, Luther Magalhães Duete e André Franklin Queiroz e José Hélio.

Após a escolha dos 7 jurados, os réus foram ouvidos, tanto pela acusação como pela defesa, onde negaram as suas participações no crime, tanto de mando quanto na execução.

Durante os interrogatórios, houve uma pequena discordância entre a defesa e o MM juiz, onde Dr. Otaviano Sobrinho mostrou toda a sua autoridade, pois como se sabe, a defesa a todo custo quer absolver seus constituintes, dos crimes que lhes são imputados e, desta forma, Dr. Otaviano, coloca tudo em seu devido lugar.

Como testemunhas foram ouvidos; primeiro,  o detetive Genivaldo que participou das investigações na morte de Fernando Lima Santos, respondendo todas as perguntas, principalmente como se deu o fato, quando os assassinos usando um fiat Pálio preto, foram até a casa de Fernando e foram chegando e dispararam aproximadamente 10 tiros, utilizando uma pistola calibre .380, e tendo como testemunhas a esposa de Fernando.

A motivação do crime, é a disputa pelos pontos de  venda de drogas, nos bairros Centauro, Gusmão, Santa Lúcia, Itapuã e Antares, sendo que Fernando pertencia a facção MPA: Mercado do Povo Atitude, que tentava entrar no mercado se opondo ao PCE Primeiro comando de Eunápolis e que segundo os autos do processo, é chefiado pelos irmãos Dada e Rena, a saber que Rena teve de ser retirado do plenário de julgamento, por não ter condições mentais para tal, pois está presente no banco dos réus, sob forte uso de medicamentos ou seja, totalmente dopado.

Depois foi ouvido o detetive Osvaldo Valadares, que também participou das investigações e disse aproximadamente o que falou o detetive Genivaldo, falando que o reconhecimento do atirador foi feito pela esposa de Fernando, e que o carro utilizado foi um Fiat preto e que os vidros estavam coberto por insulfilme, e que a arma utilizada foi uma pistola calibre .380, Osvaldo também foi ouvido tanto pela acusação quanto pelos advogados de defesa.

E finalmente foi ouvido o Cap. PM Ivan Jorge, que à época do crime, fazia parte do serviço de inteligência da 7ª CIPM, e que ao ser interrogado apresentou a arma utilizada no crime, uma pistola calibre .380.

Terminada a primeira etapa desta julgamento, aconteceu um impasse quanto à duração do julgamento, a saber que haveria em primeira ocasião, a acusação e depois a defesa, e que poderia haver a réplica e até mesmo a tréplica, pela complexidade do julgamento, desta forma, a 2ª etapa do julgamento, ficou para esta 3ª feira 12/11, a partir da 9 horas da manhã.




























Como acontece em todos os julgamentos, registra-se a presença de advogados, estagiários de direito e neste julgamento, a reportagem do rota51.com detectou a presença de um advogado e professor de história, Dr Diego Pimenta do colégio Badem Powel, e 3 de seus alunos, Lucas de Souza, Pedro Henrique e João Pedro Caires que foram ver de perto, como é um tribunal de júri, pois eles farão a simulação de um júri na escola, retratando a “consciência negra” dentro da sociedade brasileira, ou seja, a presença do preconceito racial dentro da sociedade atual. Vejam a entrevista:

Paulo Barbosa

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