Depois da chamada nominal dos vereadores, da leitura da ata da sessão anterior que foi apreciada e aprovada e da leitura da Ordem do Dia, foi feito o intervalo regimental, e em seguida ao pequeno expediente.
O pequeno expediente foi aberto pelo presidente da casa, vereador Jorge Maécio, que cria um projeto de lei e que este seja enviado ao executivo, para que seja estabelecida normas para a implantação de controle de serviços de transportes privados e remunerados, através de aplicativos e outras tecnologias, na cidade, e que sejam tomadas providências para o cumprimento do código municipal de trânsito, dentro da alei 746/2010, Arts: 2º, 7º, 9º , desta forma evita-se mais uma vez o desgaste com os clandestinos, há muito existentes na cidade.
Depois foi a vez do vereador Jota Batista, que foi contra e votou contra, uma verba suplementar de 80%, para um orçamento no valor de R$ 520.000.000,00, para o ano de 2020, ou seja o que a LDO, Lei das Diretrizes Orçamentárias, mãe da LOA Lei Orçamentária, que foi enviada para a CME no valor de 520 milhões mais uma dotação de 80%, que chegará a 936 milhões, para Robério brincar de prefeito com o dinheiro do município. As emendas interpostas na LDO foram rejeitados, por 13 votos a 4, ou seja 13 votos do prefeito e 4 votos dos vereadores de oposição.
O vereador Ramos Filho também falou sobre a LDO, foi contra a verba suplementar, junto com Jota Batista, Jurandir Leite e Arthur Dapé, mas foram todos vencidos, na realidade nenhum dos 13 vereadores votaram com o povo, mas mais uma vez, deram ao prefeito um cheque assinado em branco, pra brincar com quase 1 bilhão de reais. Vejam o vídeo de Ramos Filho: https://youtu.be /gfWWrVMeCvA
Jurandir leite, foi outro que falou contra este absurdo financeiro do prefeito, denunciou uma nova farsa do prefeito, com o pedido de R$ 2.500.000,00, mas também todos foram votos vencidos e que foi defendido pelo novo líder do prefeito, que é o vereador Paulo Brasil, o referido vereador ao discursar, disse que a verba votada e aprovada em 2018, de quase 600 milhões de reais, não foram gastos, mas defendeu o pedido de R$ 2.5000.000,00, para o prefeito, esta defesa, foi feita só para satisfazer o “patrão”, pois a verba pedida foi de mais de 310 milhões de reais em 2018 e mais 80% de verba suplementar, sem que o prefeito tivesse de pedir autorização da Câmara para gastar todo este dinheiro, se o prefeito está pedindo mais, é porque já deve ter gastado tudo e quer mais, Robério é um “saco sem fundo” e ainda tem quem defende o prefeito, mas ele se esquece que foi eleito pelo povo. O vereador Jurandir Leite explica tudo neste vídeo:
Vereadores orando, e depois fazem tudo errado.

O tentar fazer um demonstrativo do pronunciamento do vereador Paulo Brasil, em defesa do prefeito, deixando o povo eunapolitano mais uma vez na mão, o rota51.com, faz uma amostragem do que foi dito pelos 4 vereadores que estão do lado do povo e que votaram contra esta aberração orçamentária solicitada. É que todos os vereadores, demonstraram que esta verba pedida de R$ 2.500.000,00, seria para o prefeito contratar uma empresa particular para a contratação de mais funcionários, que em 2020, serviriam como cabos eleitorais, fazendo a campanha para prefeito, de Robério se puder, ou então de alguma pessoa que ele apresentasse como seu sucessor, sendo que esta manobra do prefeito, daria a Robério, uma forma de ultrapassar os 54% da folha de pagamento, já que esta verba foi aprovada pela Câmara e, dá a ele autoridade fora do orçamento votado no ano passado, o vereador Paulo Brasil, eleito pelo povo, foi à tribuna defender este desvio comportamental administrativo do prefeito Robério, apoiando um prefeito várias vezes condenado por improbidade administrativa e réu em duas operações da Polícia Federal, que são a Fraternos e Gênesis, e o povo que se lasque.

As duas sessões extraordinárias, foram para aprovar a Ordem do Dia, com todos os projetos e indicações, postadas nesta edição.
A câmara entrou de recesso nesta última sessão do semestre, e só voltará no próximo dia 05/07/2019, muda o semestre, mas o comportamento dos que, por obrigação beijam as mãos do prefeito, continuará a mesma coisa.











































