As sessões da CME. Começam com a chamada das leituras da Ordem do Dia, atas da sessão anterior que foi aprovada e, a leitura das correspondências e nesta sessão, a leitura ao processo das contas do ex prefeito Neto Guerrieri, que vieram para serem votadas pelos vereadores.
Depois do intervalo regimental, no retorno dos trabalhos, o presidente da casa, Paulo Brasil abriu o pequeno expediente e, como não tinha nenhum vereador inscrito, foi aberto o grande expediente, quando falaram os vereadores, Jota Batista, Ramos Filho e Jurandir leite.
Nesta ordem, falou o vereador Jota Batista que mais uma vez denunciou o desrespeito do executivo e, quando se fala do “executivo” leia-se “o prefeito Fraterno Robério Oliveira, que de acordo com as palavras de Jota Batista, não respeita o legislativo, ignorando leis e ordens, já que o prefeito descumpriu a lei 870/13, lei do “solo legal”, que institui que imobiliárias, para repartir terras e vender como lotes, tem, que passar pela CME, para que as leis sejam cumpridas, mas o prefeito, se achando o “dono do mundo”, “senhor de todas as leis”, assina um TAC, desrespeitando a lei, incluindo o artigo 14, que proíbe exatamente a assinatura de TACs, para vendas de lotes, sem a mínima infra estrutura, levando os compradores a cometerem um erro, tudo isto pela falta de respeito do prefeito Robério Oliveira. Jota Batista solicitou o envio à CME, de uma cópia da licença ambiental, pois esta prerrogativa da lei, está sendo descumprida e, pelo das lei, os loteamentos se tornam clandestinos.
Jota Batista classificou estra situação como sendo um “cambalacho” e arrematou o seu discurso, dizendo que se o legislativo tomasse a mesma medida, de falta de respeito, a cidade se tornava ingovernável, e por isto os poderes constituídos, precisam se respeitar mais, para fazer com que o povo seja um povo forte, com uma cidadania de respeito.
