Começando pela leitura bíblica e a oração do dia, e depois foi feita pelo diretor legislativo Milton Guerreiro, a leitura do projeto que colocaria a COELBA, no seu devido lugar, e que acabou gerando polêmica e nem os projetos 30 e 33/2021, que deveriam ser votados em 1ª e 2ª votações, também não foram votados, ficando os mesmos a serem votados, quando a câmara for novamente convocada para outras extraordinárias, ou quando iniciar o ano legislativo de 2022.
Aconteceu que depois de ler o projeto sobre a COELBA, diminuiria as “taxas” cobradas nas contas de energia, e que reduziria estes a praticamente poucos reais, o que viria ajudar em muito a consumidores pobres, ou de baixa faixa salarial, este acabou sendo deixado de lado para ser votado depois, porém, outra sessão poderá ser convocada e o referido projeto ser colocado para apreciação e votação futura.

Mas o projeto que gerou muita polemica, foi a concessão da policlínica para o setor privado que primeiramente recebeu do vereador Tiago Mota, 2 emendas, que viriam em muito, mostrar a toda a sociedade, o que deveria ser feito sobre a autorização de concessão para o setor privado.
O vereador Tiago, disse que, a 1ª emenda ao referido projeto seria de que:
1ª) que a concessão seria a prestação de serviços gratuitos dentro do setor médico e, não para outra utilidade, para exames e internações de média e alta complexidade.
2ª) que a empresa concessionária teria 180 dias para iniciar os atendimentos, dentro das especificações médicas, e não ficar utilizando o imóvel sem nada fazer ou retribuir ao povo eunapolitano.

Por outro lado, o vereador Renato Bromochenkel, disse que o projeto de lei 764/21, era um projeto de última hora, e difícil de ser votado, que sem ler e sem estudar o referido projeto, seria impossível votar. Vereador Renato, disse que a questão da policlínica, os vereadores tiveram uma reunião com o secretário municipal, (não disseram qual secretário), mas que este, não citou a fonte pagadora, se o serviço seria gratuito par a população, que a concessão é onerosa e quem vai pagar ao município, que o projeto é obscuro, e que poderia deixar a população insatisfeita, tal como é a “zona azul”, ou a concessão do transporte municipal, que não atende a todas as exigências da população, ou até mesmo o hospital do Covid, pois se for deste jeito ele, o vereador Renato votaria “NÃO” ao projeto, e que a conversa em particular com o secretário, como não está no papel se não der certo, não terá de quem cobrar, vereador Renato, disse que um projeto assim, não se empurra “goela” abaixo. Em aparte o vereador Renato falou dos 3 projetos que precisam ser estudados.

Vereador Francis, como sempre, desceu a “lenha” na administração municipal, com relação a faturas e todas elas de 800 mil acima, como no caso a de 1.800,000, sobre os 100 mil de água mineral, onde o vereador Francis disse que não viu nem a fotografia, e que sobre a concessão da policlínica, ele também vota “NÃO”. Francis criticou a situação da EMBASA e o município, outros projetos sem a devida clareza, e falou sobre as cestas básicas, do GRE sem cirurgias, do buraco da rua Jacarandá, sobre uma senhora de 90 anos e sem possibilidade de locomoção, o vereador Francis disse que esta situação é motivo para uma ação tanto do MP como da OAB. Francis terminou seu discurso, dizendo que as pancadas da “administração”, são bem altas e até agora, nada foi feito.

O vereador Jorge Maécio e presidente reeleito para a devida presidência da CME, tendo em vista o discurso do vereador Renato Bromochenkel, usou o microfone para dizer que não estava usando a tribuna, para induzir ninguém a votar em nenhum projeto e, que o secretário foi até os vereadores para dar explicação, é porque ele foi convocado para tal, e que ele Jorge Maécio não estava ali para fazer “papel de moleque”, e que o referido secretário veio, foi para dar explicações sobre a sua pasta, pois não se pode fazer pré julgamento e que a sua id a câmara não valeu nada, que desta forma, não mais convocará nenhum secretário para dar explicações, e que seu trabalho é tão claro, e que por este motivo foi reeleito mais uma, vez para presidir o legislativo eunapolitano.
Depois falou o vereador Jairo Brasil, e o vereador Renato, que pediu desculpas, mas que o seu discurso não foi desrespe3itoso ao presidente Maécio, o que ele tentou dizer é que o que o secretário falou, era totalmente diferente do que veio par ser votado, e que em nenhum momento tentou atacar a índole ou o caráter do presidente. Depois de pedir desculpas ao presidente Maécio pelo desentendimento, que foram prontamente aceitas, como não tinha mais ninguém para falar, iniciaram as votações do projeto 29/21 que fala sobre o REFIZ, que foi aprovado, nas duas votações.
Os demais projetos, poderão ser votados a qualquer momento, em uma nova sessão, devidamente convocada pelo presidente reeleito Jorge Maécio.













