começo é sempre o mesmo, a oração do Pai Nosso comandada pelo presidente da casa, o vereador Valdiram Marques, depois veio a leitura da ata das sessões anteriores, pelo diretor legislativo Milton Guerreiro, que foram aprovadas por unanimidade, em seguida veio a leitura da Ordem do Dia pelo 1º secretário Pedro Queiroz, e como havia saído para ações complementares, a vice presidente Arilma Rodrigues, assumiu o posto de presidente e, anunciou o intervalo regimental, onde os vereadores confabulam trocam ideias, mas sempre alguma coisa se torna uma surpresa, quando vão à tribuna da Câmara Municipal de Vereadores.
No primeiro expediente, vereadores subscritores de indicações, vão a tribuna e pedem voto para suas indicações, o tempo é curto, mas é no grande expediente que o “bicho pega”, é o momento em que a oposição ao prefeito, busca as chamadas “mazelas” e colocam tudo no ventilador.
O vereador Rogério Astória, como sempre fala da educação e das falhas encontradas em algumas escolas, depois fala da saúde, onde os postos de saúde estão deixando a desejar em alguns setores, o transporte público ainda é o ponto mais discutido dos discursos, pois já são 100 dias em que o povo eunapolitano está andando a pé, por falta de ônibus públicos, e alguns outros setores, que são essenciais para uma administração, mas que para Rogério Astória, o prefeito está deixando a desejar.
A surpresa foi o vereador Saulo Cardoso, que de uma hora para outra, deixou de “bater no prefeito”, mas que nesta sessão 16/04, ele como se dia na gíria, “desceu o sarrafo” na administração, pois quem foi parar nos braços de “painho”, parece que não suportou a geladeira e cai de pau, reclamando da limpeza de cemitérios, esquecimento de Gabiarra, distrito de Eunápolis, recordando o velho “chavão”, “respeite o erário público”, e repetiu esta frase diversas vezes, quando enumerou os erros do prefeito, vindo a concluir sua fala, falando do bairro Arnaldão, e ao repetir que “Eunápolis tem pressa,”, disse que as ruas de Eunápolis estão todas ruins, o mais crítico, foi disse que o prefeito precisa respeitar o erário público, é jogar a administração contra o povo, e por traz desta frase, tem alguma coisa que precisa ser dita, e neste momento, ao que tudo indica, falar é fácil, o difícil é provar.
Ademir Freire, é a única voz entre os 13 vereadores, que ainda defende o prefeito, não colocando panos quentes, mas demonstrando o que está sendo feito e, o que está sendo idealizado para ser feito, nesta cidade, pois como todos sabem, o prefeito pegou uma cidade, como ele mesmo fala “destruída” e agora está reconstruindo, o que foi deixado de herança para o atual governo. Houve um pequeno desentendimento entre Ademir Freire e Jorge Maécio sobre o HGE, Hospital Geral de Eunápolis, em relação do que já foi o que está sendo agora, novas instalações, equipamento novos e, sobre o transporte coletivo Ademir disse que só está faltando alguns pormenores importantes para os ônibus voltem a circular por toda a cidade. Ademir Freire é o único da banda administrativa que ainda mostra algumas coisas, os demais ficam calados ouvindo tudo e mesmo sabendo que alguma coisa está sendo feito, não falam nada, ficam de boa aberta, comendo mosca, enquanto o pau está cantando na casa de “noca”.
MAS o pior estava por vir, quando assumiu a tribuna o vereador Renato Bromochenkel, A indignação do vereador começou quando ele falou da escola Humberto de Campos, faltando duas professoras de matemática, e às vezes a diretor, tem que deixar a direção para assumir uma cátedra para evitar mal maior, falou das escola Gabriel, sem merendeira e que a comida que é fornecida, às vezes é requentada de um dia para o outro, al falar dos transporte coletivo, culpou o prefeito pela não renovação do contrato com a empresa anterior, que tinha um contrato de 15 anos, mas empresa também acabou ficando omissa neste quesito.
Falou da LimpCity, que está dando o calote nos funcionários, culpou o governador Jerônimo Rodrigues e o prefeito Robério Oliveira, por muitos desatinos na cidade, disse que a ex prefeitura de Eunápolis não volta nunca mais, e acabou malhando a deputada Cláudia Oliveira, falando dos processos contra Jânio Natal e que já perdeu os 3 processos movidos contra este.
Já o vereador Jorge Maécio, deixou claro que o seu mentor é , deixou claro que o seu mentor é Ronaldo Carleto, falou das contas da CME que foram aprovadas por 5 vezes consecutivas, enalteceu as funcionárias e funcionários da Câmara, enumerando nome por nome, falou da transformação da creche Ayrton Senna, que agora virou colégio e que as crianças que antes tinham 3 refeições diárias, agora acabou, Maécio também falou que muitas pessoas tem procurado a CME, pedindo ajuda para irem a outras cidades, fazerem cirurgias eletivas, pois o HGE não está atendendo às necessidades do eunapolitano neste quesito. Jorge Maécio também lembrou à mesa, da solicitação do secretário Lourenço Oliveira, para prestar esclarecimentos sobre a grana do meio ambiente, depois em aparte, Ademir Freire interpelou o vereador Maécio, em relação a uma fala sobre mentiras do HGE, Freire disse que não mentou sobre o que flou e Jorge Maécio, disse que quem passou as informações do vereador Freire, foi quem mentiu prá ele.
Depois dos discursos, o presidente Valdiram Marques, iniciou as votações dos projetos de lei em pauta e em bloco, aprovou todas as indicações apresentada na Ordem do Dia desta sessão.
Só como lembrete, é preciso que saibam distinguir quem faz imprensa e é da imprensa, e quem é “arremedo” de imprensa, a diferença é grande. O presidente Valdiran Marques, anunciou a próxima sessão para o dia 23/04/2026, ÀS 08h30m, quinta feira, na CME av Artulino ribeiro bairro Dinah Borges.























