Havendo “quórum”, foi realizada mais uma sessão na Câmara Municipal, quando foi lida pelo diretor legislativo Milton Guerreiro a ata da sessão anterior que foi aprovada por todos e depois, foi feita a leitura da ordem do dia pelo vereador Pedro Queiroz, substituindo o 1º secretário Artur Dapé que chegou um pouco mais tarde, a vereador Carmem Lúcia, solicitou ao presidente da CME, 1 fizesse 1 minuto de silencio, pelo falecimento do Sr. Nivaldo Torres, tio da prefeita Cordélia.

Como não houve o intervalo regimental, foi aberto o pequeno expediente, por outro lado, e ao que tudo indica, por falta de haver o que defender, os vereadores, abriram mão deste espaço e depois foi feito o grande expediente, ante de começarem os debates, o presidente do legislativo Jorge Maécio, fez uma explanação do que está acontecendo em Eunápolis, que há 15 anos, não é feito o recenseamento na cidade, e só para constar, somente no último sábado nasceram 8 crianças, mas o número de Eunapolitanos, é desde este tempo passado. Jorge Maécio solicitou aos vereadores, que agissem sobre este tema, pois com um recenseamento defasado, as verbas federais são as mesmas de muitos anos atrás. Segundo o vereador, os já contados 120 mil habitantes, são de um recenseamento muito antigo e já passou da hora disto ser atualizado.
Depois a tribuna foi usada pelo vereador Renato Bromochenkel, que solicitou da Secretária de Saúde, uma determinação, para que as pessoas que forem a óbito em suas residências, sejam atendidas por um médico legista de imediato, pois dois óbitos consumados, os corpos só puderam serem retirar depois de 1 hora da tarde, aumentando ainda mais o sofrimento da família, isto pelo fato da ausência de um “atestado de óbito”, para a remoção do corpo, de acordo com o vereador, os óbitos registrado foram no bairro do Motor e outro no Juca Rosa.

Já o vereador Zé Carlos, disse que a cidade de Eunápolis, está abandonada pelos governos estadual e federal, não recebendo os recursos necessários. Zé Carlos, chamou a atenção para o esgotamento sanitário, quando andou de braços dados com o vice-governador João Leão, e este disse que estava na CEF uma verba de 166 milhões, faltando apenas a contrapartida do governo federal de pouco mais de 66 milhões, e o esgotamento sanitário, acabou indo para o espaço. Zé Carlos disse que o grande número de fossas, já infestou o rio do Peixe, de onde é retirada a água para depois de tratada, ser servida a população, já que o solo eunapolitano está totalmente poluído. O presidente do legislativo Jorge Maécio, pediu um aparte e, argumentou que a Embasa, está prestando um péssimo serviço à cidade, que esta empresa além de ser “mixuruca”, é incompetente. Zé Carlos disse que irá a Salvador tratar de assunto de interesse do município e, que irá à Embasa, para saber como está a situação da cidade.

O vereador Tiago Mota, mais uma vez volta a tribuna falar do começo das aulas, ele disse que foi informado de que as aulas vão começar nas próximas semanas, porém o vereador disse que é preciso urgência, mas não com pressa, pois primeiro tem que se pensar no acolhimento de todos, professores e alunos, pois existem ainda muitas escolas que precisam serrem reformadas e que não é só uma pintura que pode ser chamada de reforma, mas sim, reforma de banheiros, salas de aulas. O vereador disse que esta pandemia, deixou muita gente desorientada e que é necessário um acolhimento condizente e citou fato de alunos que perderam entes queridos e, com isto ficaram muito vulneráveis. Tiago Mota citou a escola municipal Paulo Feire, como sem condições de receber nem alunos e nem professores. Falou ainda que a empresa que fez as reformas, não obtiveram a assinatura das diretoras, como tendo reformadas as escolas, pois as reformas pararam no meio do caminho, e tem diretora que disse que não assinou a nem assinaria a referida documentação.
Em aparte Jorge Maécio, mais uma vez voltou a denunciar loteamentos, “esquisitos”, pois existem áreas rurais swe4ndo transformadas em área urbana, sem a devida autorização e que a cidad3e está crescendo na forma horizontal, mas na vertical nada se vê, segundo o vereador, muitos loteamentos estão sendo feitos em áreas de APP, áreas de preservação permanente, e de outra forma, chegou a citar o bairro Sta. Edwiges, que não tem nem água e nem energia e, que a CME, precisa tomar conhecimento de tudo para evitar este crescimento desesperado sem nenhuma infra estrutura.
Depois de encerrados os discursos, foram feitas as votações das indicações, que mostra a ordem do dia, postada nesta matéria, foi toda aprovada. Lembrando que a sessão do dia 04/11, será uma sessão solene para a entrega de títulos de cidadania, a todos que foram contemplados.
Próxima sessão do legislativo eunapolitano será no próximo dia 28/10, às 08hs30m, na sede da CME av Artulino Ribeiro, bairro Dinah Borges.
