O auditório estava lotado, de um lado professores a espera da votação de aumento salarial, ou seja, a regência de classe, do outro lado pessoal da saúde que também esperava um aumento substancial de seus salários, porém os vereadores que poderiam votar a aprovar tudo isto, se fizeram ausentes e por isto a sessão foi suspensa.
Para professoras e o pessoal da saúde, foi uma decepção muito grande, muitas professoras fizeram declarações sobre o ato, dizendo que foi uma grande falta de respeito.
Como já foi dito na tribuna por um vereador, o auditório da CME so enche de gente, quando, é discutido ou votado alguma coisa que lhes interessa, fora disto, o salão da CME recebe apenas algumas pessoas e, em sua maioria, assessores parlamentares.
Porém para acabar com esta situação, a APLB sindicato, o pessoal dos agentes de saúde, deveriam nomear uma comissão e toda a sessão, estes deveriam estar presentes, para então, comunicar aos demais, tudo que foi feito em favor dos mesmos, pois encher o auditório, somente quando uma votação está para ser feita, cria um descrédito muito grande, principalmente quando, a ex presidente da APLB Jovita Lima, que sempre fazia paralisações, ameaçava greves, hoje faz parte do governo, e nada faz, fica a espera de que algo seja feito em favor dos professores, a saber que a agressão sofrida pela professora na escola da Colônia, denunciada na tribuna da CME, ainda paira sobre a cabeça da secretaria de educação, com a comissão de educação da CME, de boca aberta, que aguarda uma solução da polícia e do MP.
A sessão que não aconteceu, foi aberta e encerrada pela vereadora e vice presidente da CME, Arilma Rodrigues, ja que o presidenre Valdiram Marques, esta em Salvador, párticipandpo de um curso.









