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Campanha solidária, alimentava folguedos e ostentação.

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
02/03/2018
in Justiça, Notícias, Polícia
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A Polícia Civil apreendeu na manhã desta quinta-feira (1º) um carro avaliado R$ 140 mil, celulares, alianças no valor de R$ 7 mil, relógios e outros objetos na casa da família do menino Jonatas, que sofre de uma doença degenerativa rara, em Joinville, no Norte catarinense.

Os pais são investigados por suspeita de terem usado parte das doações arrecadadas pela campanha “AME Jonatas” para pagar luxos. A NSC TV não conseguiu contato com a família e nem com o advogado.

A campanha arrecadou quase R$ 4 milhões. Jonatas, de 1 ano e 8 meses, tem atrofia muscular espinhal (AME) e as doações foram pedidas para pagar a primeira parte do tratamento da criança.

O mandado de busca e apreensão foi cumprido pelos policiais civis por volta das 6h. A delegada responsável pelo caso, Geórgia Bastos, disse à NSC TV que a ação policial faz parte do inquérito e que na sexta-feira (2) a Polícia Civil vai informar o andamento da investigação.

Menino Jonatas sofre de Atrofia Muscular Espinhal (Foto: Reprodução/NSC TV)

Investigação

A Justiça bloqueou em janeiro, de forma liminar, os valores levantados com a campanha, a pedido do Ministério Público de Santa Catarina. O MPSC argumentou que tinha recebido informações de que o dinheiro doado na campanha estaria sendo usado para bancar luxos, como uma viagem para passar o réveillon em Fernando de Noronha e a compra de um carro de R$ 140 mil.

O Ministério Público também justificou o pedido do bloqueio porque o casal não estava cumprindo acordo feito em audiência em outubro de 2017 para que prestasse contas dos recursos arrecadados e despesas.

Em fevereiro, a Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso, a pedido do MPSC. No mesmo mês, a Justiça negou pedido da família para desbloquear os recursos conseguidos com a campanha.

DA REDAÇÃO

Mas em Eunápolis também, aconteceu um caso semelhante, que tomou conta de toda a região, foi feita uma boa arrecadação, para tratamento do menino “PEDRINHO”, porém o menino “PEDRINHO”, acabou falecendo, mas o dinheiro que foi arrecadado, sumiu e não houve uma prestação de contas. De vez em quando uma pessoa da família, ia ao banco, tirava um extrato, fotografava com um celular e colocava no facebook, como se facebook fosse local parfa prestação de contas. Outros dizem que o MP entrou no caso e bloqueou a conta, se isto for verdade menos mal, mas o que não foi usado, como não era

da família, deveria ser dividido entre as instituições de caridade. No caso de Joinville, a justiça veio rápido.

Paulo Barbosa

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