• Home
  • Notícias
  • Eunápolis
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • Saúde
  • Ação Social
  • MODA
  • P. R. Barbosa MARKETING ME CNPJ 08.488.519/0001-72
Rota 51 - Notícias em tempo Real.
  • Home
  • Notícias
  • Eunápolis
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • Saúde
  • Ação Social
  • MODA
  • P. R. Barbosa MARKETING ME CNPJ 08.488.519/0001-72
No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Eunápolis
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • Saúde
  • Ação Social
  • MODA
  • P. R. Barbosa MARKETING ME CNPJ 08.488.519/0001-72
No Result
View All Result
Rota 51 - Notícias em tempo Real.
No Result
View All Result

Conselho de sentença absolve cacique Joel das acusações de homicídio, aceitaram a legítima defesa

Paulo Barbosa Por Paulo Barbosa
16/08/2017
in Justiça, Notícias, Política
0
0
COMPARTILHE
Compartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter
Cacique Joel Brás dos Santos

Já na 2ª parte do julgamento realizado pela Justiça Federal na CME, onde o cacique Joel Brás dos Santos, estava sendo julgado por um homicídio em 08/12/2002, onde ele não esconde que teve de matar para não morrer, e com isto alegou legítima defesa.

As testemunhas falaram o que já estava nos autos do processo, quando o Procurador da República Dr. Carlos Nachef Junior, iniciou a sua acusação dando demonstração de que, conhecedor profundo da situação indigenista, dentro dos conflitos de terras, entre fazendeiros e índios onde atuou, a situação sempre teve um final satisfatório porque, a procuradoria da república sempre atuou dentro da lei, e conseguiu resolver as questões pacificamente, mas neste caso, a situação era outra devido ao conflito e houve morte, no caso de um segurança contratado pela associação de produtores rurais, parfa dar segurança aos fazendeiros e principalmente à fazenda Oriente onde, José Geraldo Morais era o segurança e, que foi emboscado e morto pelo cacique Joel, sendo que um dos tiros, dos dois disparados,  foi desferido a queima roupa no rosto da vítima, Dr. Carlos, mostrou dentre outras coisas outros processos em que o réu havia sido envolvido, mas ao mesmo tempo inocentado e em outro não houve pronuncia de sentença e, dentro de sua ótica, Joel, deveria ser condenado, pelo crime cometido, por que segundo ele, Dr. Carlos não houve legítima defesa. Dentre outras coisas, Dr. Carlos citou um outro caso, em que um dos índios está no presídio de Eunápolis cumprindo uma pena de 18 anos, por ter matado um fazendeiro, escondido o corpo e colocado fogo no carro.

Zeca pataxó e seu irmão Ubiratan

Imediatamente assumiu a 1ª parte da defesa o Dr. Luciano Reis Porto, que começou desenrolando o processo no devido conceito de inocência, dando conta de que, Morais como era conhecido, não era apensa um segurança da fazenda, mas sim um pistoleiro de alta periculosidade e que já havia jurando o cacique de morte. Dr. Luciano, disse 21ue já havia preparado o início de sua defesa, mas tendo em vista o pronunciamento do procurador da república, ele teria de iniciar por uma ótica diferente para depois retornar ao seu início pré programado e, assim o fez deixando a 2ª parte da defesa para o Dr. Guilherme Madi Rezende, Dr. Guilherme assumiu a 2ª parte defensoria, mais agressivo, demonstrando não só a inocência do cacique Joel, mas também utilizando um quadro, onde ia pautando os tópicos mais importantes da defesa, até buscar nos autos, uma citação do Dr. Roberto Freitas à época, dando contas de que Morais, tinha uma certa tendência à violência, interpelado pelo MM Juiz Federal Dr. Alex Schraan de Rocha, Dr. Guilherme mostrou nos autos a citação, e continuou a sua defesa, mostrando que Mortais anteriormente ao ato, havia ido à residência de Joel e disparado tiros, e em seguida, Joel e familiares estavam indo para a farinheira próxima, à sua residência,  quando deparou com Morais armado com um rifle, um revólver e um facão e com medo de ser morto, acabou em sua defesa disparando dois tiros em Morais, tendo este, tido morte instantânea, mas a uma distância de 5 metros e não a queima roupa como foi descrito anteriormente. A saber que por causa deste crime, Joel, cumpriu 12 anos de reclusão em regime domiciliar.

a dança e o culto da ação de graças

Como sempre, principalmente em um júri federal, e em uma situação desta, as águias voam baixo e as feras se encontram, ambos de processo nas mãos, buscando de um lado a condenação, e de outro lado a absolvição e, do outro lado, em uma 3ª vertente, a assessoria da Sra. Michael Mary Nolan, diretora do ITTC, Instituto Terra, Trabalho e Cidadania, foi como executar uma sinfonia a 6 mãos.

Lideranças indígenas e o cacique Joel.

Feita a acusação, a defesa, esperava que o procurador da república, Dr. Carlos fosse à réplica e a defesa fosse á tréplica, mas todos desistiram, e o MM juiz presidente do júri, Dr. Alex, elaborou os quesitos que deveriam ser votados, houve a votação e depois o plenário do júri, foi aberto e o MM juiz leu a sentença. –“o réu, cacique Joel Brás dos Santos foi absolvido” da acusação de homicídio qualificado, prevalecendo a defesa, em suas alegações de “legítima defesa. Logo após a absolvição do cacique Joel, os pataxós realizaram a dança típica do momento e logo após, realizaram uma ação de graças pela desfecho feliz com a absolvição do cacique Joel Brás dos Santos.

OBS: A reportagem do rotga51.com, registrou dos ônibus do transporte escolar de Porto Seguro, estacionados ao lado da Câmara Municipal, onde aconteceu o julgamento, segundo informações, se a prefeitura tivesse alugado 2 ônibus para o transporte dos índios menos mal, mas transporte escolar?

A reportagem do rota51.com, ouviu em vídeo o advogado de defesa Dr. Guilherme e o cacique Joel, o cacique disse que, ainda tem medo, pois no local ainda existe o fantasma da violência, pelo fato de as terras ainda não terem sido demarcadas e, por esta violência, ele tem medo de ser assassinado, já que é pai de 14 filhos, alguns netos e ter apenas 56 anos de idade, mas mesmo assim, ainda espera a demarcação das terras, para um final feliz em todos os conflitos. Os vídeos feitos estarão disponíveis nesta matéria, tão logo sejam editados.

 

 

Paulo Barbosa

Paulo Barbosa

Next Post
Denunciação caluniosa: o feitiço contra o feiticeiro

Denunciação caluniosa: o feitiço contra o feiticeiro

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

© 2025 Rota51 - Todos Direitos Reservados.

No Result
View All Result
  • Home
  • Notícias
  • Eunápolis
  • POLÍTICA
  • POLÍCIA
  • Saúde
  • Ação Social
  • MODA
  • P. R. Barbosa MARKETING ME CNPJ 08.488.519/0001-72

© 2025 Rota51 - Todos Direitos Reservados.